NA CADEIA

Justiça decreta prisão preventiva e presos na Operação Hígia continuarão na cadeia por tempo indeterminado

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Acusados tentaram recursos em São Paulo para reverter decisão

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Publicada há 1 mês

Gustavo Jesus

O juiz Vinicius Castrequini, da 2ª Vara Criminal de Fernandópolis, converteu as prisões temporárias de todos os investigados que ainda estão presos na Operação Hígia, em preventiva. O pedido foi feito pelo delegado Ailton Canato, que conduz as investigações da Caixa Preta da Santa Casa de Fernandópolis.

Isso significa que o ex-deputado estadual Gilmar Gimenes (PSDB) e os dirigentes da OS de Andradina que foram detidos continuarão presos por tempo indeterminado. 

OPERAÇÃO HÍGIA

A Polícia Civil de Fernandópolis deflagrou na manhã de segunda-feira, 17, a Operação Hígia, que   investiga possíveis irregularidades na Santa Casa de Fernandópolis. Foram 14 mandados de prisão, com 13 detidos e 20 mandados de busca e apreensão. As investigações foram conduzidas pelo delegado Ailton Canato. A Operação foi batizada como Hígia, em referencia a deusa grega da Saúde.

As investigações tiveram início em abril de 2018, após uma denuncia formal do vereador Murilo Jacob. Essa operação de hoje é um desdobramento da Operação “Assepsia” realizada em julho de 2019, quando foram realizadas buscas nas sedes da Santa Casa e empresas investigadas, todas de Fernandópolis.

Durante as investigações, a Polícia Civil identificou indícios de fraudes em processos licitatórios para aquisição de insumos e outros serviços, caracterizando uma organização criminosa que atuava na administração do AME e Lucy Montoro.

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