POLÍTICA

Após liminar assegurando Medicina na Universidade Brasil, Pinato quer CPI contra ministro da Educação

Após liminar assegurando Medicina na Universidade Brasil, Pinato quer CPI contra ministro da Educação

Deputado enaltece atuação da Polícia e Procuradoria e fala em firmar um TAC

Deputado enaltece atuação da Polícia e Procuradoria e fala em firmar um TAC

Publicada há 1 semana


Deputado: parece haver interesses escusos em todo esse processo. Foto: Divulgação Câmara dos Deputados

Da Coluna Entrelinhas

Pinato: cancelar o fechamento da Universidade Brasil é quase que um presente de aniversário 

Após decisão liminar judicial e ato do Ministério da Educação e Cultura cancelando a extinção do curso de Medicina no campus de Fernandópolis da Universidade Brasil, o deputado, afirmando que prevaleceu o bom senso, disse que a decisão foi crucial para a universidade e para o município. Segundo ele é possível viabilizar um Termo de Ajuste de Conduta-TAC que possa, simultaneamente, atender aos interesses da instituição, dos alunos, dos funcionários, da Justiça, da Polícia e do Ministério Público. “Entenderam que temos que separar a pessoa jurídica, a ser preservada, da pessoa física, que deve ser punida pelas ilicitudes cometidas. Quem errou tem que pagar, mas vamos tentar consertar a situação e manter os empregos e os milhares de estudantes”, afirmou o deputado, agradecendo a atuação do procurador da República de Jales Carlos Alberto dos Rio Junio e o delegado da Polícia Federal Cristiano Pádua da Silva.


Deputado parte para o ataque e fala em instalar uma CPI contra o ministro da Educação

Comemoração pela garantia do curso médico e também pela suspensão da apuração administrativa sobre a quantidade de alunos matriculados e acima do autorizado à parte, eis que o parlamentar fernandopolense partiu de vez para o ataque em defesa da instituição de ensino. Ele afirmou que estuda propor a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito-CPI na Câmara dos Deputados contra o atual ministro da Educação Abraham Weintraub, visando apurar eventual favorecimento por parte da área educacional do governo a outras instituições de ensino superior e que teriam interesses em fechar a universidade situada em Fernandópolis. Ele também afirma que deve incluir no pedido de apuração a atuação abusiva do MEC contra a Universidade Brasil, negando-lhe, muitas vezes, direito de defesa e cancelando cursos, numa atitude ilegal que muitas vezes foram revertidas em grau de recurso judicial.


Deputado se manifesta e acusa grupos educacionais

Atualização I - às 18h10 desta quarta-feira, 21, o deputado federal Fausto Pinato entrou em contato com a Redação deste jornal pedindo para incluir, na nota da coluna, o texto que segue infra:

"O objetivo é apurar denuncias de perseguição de instituições de ensino superior que não fazem parte do grupo Kroton. A mídia divulgou amplamente que entre os servidores estratégicos do MEC estão dois sócios do escritório de advocacia COVAC que atende aos interesses de grandes grupos educacionais. Além disso a omissão do Ministro e seu secretário da SERES, que de forma arbitrária deixam de cumprir sua função administrativa regulatória educacional, tomando medidas abusivas e omitindo-se a praticar atos que preservem os alunos e os professores dessas instituições. Chegou ao meu conhecimento que existem mais de 400 processos com decisão do CNE (Conselho Nacional de Educação) que não foram homologadas pelo Ministro sem nenhuma fundamentação, prejudicando todo o sistema educacional do País. Além disso surge agora na imprensa que o Ministro teria utilizado de um servidor do MEC com dedicação exclusiva para advogar em seus processos particulares. Esse ministro não está a altura do governo Bolsonaro e tampouco da Ministério da Educação".



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