segunda, 20 de novembro de 2017
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04/11/2017 11:16

Após liberação de R$ 2 mi, faltam R$ 3,1 milhões para o Distrito industrial VI

Da Redação 


Em, recente, viagem a São Paulo, o prefeito de Fernandópolis, André Pessuto, participou da assinatura de contratado de financiamento do programa Desenvolve SP, junto ao governador Geraldo Alckmin (PSDB).


O financiamento no valor de R$ 2 milhões será investido na viabilização das obras de infraestrutura do Distrito Industrial VI, com a implantação de tubulação de água, esgoto, guias, sarjetas, pavimentação asfáltica, galeria de águas pluviais e iluminação pública.


A liberação do crédito para o município ocorreu após comprovação da capacidade de endividamento da Prefeitura e da aprovação pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN).


O Distrito Industrial VI, ao lado da Rodovia Euclides da Cunha (SP-320), no sentido Meridiano/Fernandópolis, terá infraestrutura completa para receber novas indústrias e empresas para o município, gerando emprego e renda aos fernandopolenses. Durante a assinatura, no Palácio dos Bandeirantes, Pessuto esteve acompanhado pelo deputado federal Fausto Pinato e deputado estadual Gilmar Gimenes.


União de forças

“O parque industrial de Fernandópolis, sem dúvida, será uma mola propulsora de desenvolvimento, atração de investidores e de emprego. A união de forças políticas que se firmou em nossa cidade tem sido capaz de trazer grandes conquistas para o município. Estamos alinhados com o Governo do Estado nessa busca”, pontuou Fausto Pinato.


"Com certeza essa é mais uma grande notícia para Fernandópolis. Estes recursos representam um novo impulso para a geração de renda e emprego para nossa população, além de contribuir diretamente para a expansão do nosso Parque Industrial", acrescentou Gilmar Gimenes.


Desdobrar-se para “levantar” o empreendimento 

De acordo com o economista Jair de Moraes, uma verdadeira encruzilhada paira sobre o atual governo municipal após a derrocada da ilusória ZPE Paulista. Premida como a imensa maioria das administrações brasileiras, a fernandopolense terá que, literalmente, arregaçar as mangas e levantar mais recursos para a efetivação do Distrito Industrial VI se quiser ter alguma perspectiva de gerar postos de trabalhos e rendas para o erário municipal por meio do recolhimento de tributos. Os custos “batem na casa” dos R$ 6,9 milhões, segundo economista, com prazo de retorno estimado em 10 anos, muito além do mandato do prefeito atual.


O convênio de R$ 2 milhões está garantido por meio do Desenvolve SP; outro R$ 1,8 milhão já foi quitado quando da aquisição dos 10 alqueires. Faltam R$ 3,1 milhões. Eis o valor que o prefeito André Pessuto e o vice Gustavo Pinato devem buscar de qualquer forma, até porquê, nos cálculos do economista Jair de Morais, uma das pessoas que mais conhece as minúcias do empreendimento, uma vez ocupado em sua totalidade (100% de ocupação), o Distrito VI acabará acrescentando ao PBI municipal algo em torno de R$ 165 milhões.



Momento da assinatura do referido convênio