sábado, 18 de novembro de 2017
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09/11/2017 09:30
Edição 3168

Jovem foi morta durante trajeto até o local onde corpo foi encontrado

Criminoso que confessou matar e roubar a radiologista participou de procedimento sob a condição de ter rosto tampado

Da Redação 


A Polícia Civil realizou nesta quarta-feira (08) em Frutal, no Triângulo Mineiro, a reconstituição da morte de Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos. A radiologista foi assassinada durante uma carona marcada por WhatsApp na noite do último dia 1º de novembro. J.P.P., de 33 anos, que confessou matar e roubar a jovem, participou do procedimento que visa esclarecer as circunstâncias da morte.


Ele concordou em participar da reconstituição sob a condição de ter a cabeça coberta por capuz para não ter imagens registradas pela imprensa. Além disso, também utilizou um colete à prova de balas.


Participaram também representantes da Polícia Civil, da Perícia Criminal, do Ministério Público de Minas Gerais, Secretaria de Administração Prisional (Seap) e imprensa.


Segundo o delegado da Polícia Civil em Frutal, Bruno Giovanini, está descartada a hipótese de outra pessoa ter participado do crime. Em relação ao estupro, ainda existe a possibilidade, apesar de o criminoso negar. Pela reconstituição, a Polícia esclareceu que Kelly foi morta durante trajeto até o local onde o corpo foi encontrado.


“Desde momento que realizamos a prisão, colhemos provas e a reconstituição foi necessária para confirmar linha de investigação. Sobre o estupro, o acusado se manteve firme em negar, mas a versão dele é só uma parte de um todo e tem vários elementos que contrapõe o que ele diz. Vamos analisar com calma as provas e vamos confirmar se teve ou não o crime sexual”, contou.


Acusado concordou em participar da reconstituição sob a condição de ter a cabeça coberta por capuz para não ter imagens registradas pela imprensa