terça, 23 de janeiro de 2018
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10/01/2018 09:56

Volta às aulas já aquece mercado de material escolar no município

Expectativa do setor, em Fernandópolis, é de aumento nas vendas em comparação com o ano passado

Breno Guarnieri 


Janeiro é tempo de “queima de estoque” no varejo e nem sempre as vendas estão aquecidas. Após o período de festas de fim de ano, o comércio costuma sofrer uma queda e as lojas apostam em promoções e descontos para atrair os consumidores nesta época de baixa. No entanto, um ramo que aposta nos primeiros meses de 2018 e atesta crescimento a cada ano é o de material escolar.


A região central de Fernandópolis está movimentada por conta do retorno às aulas, previsto para o início de fevereiro, na maioria das instituições de ensino. Com isso, as lojas do setor estão lotadas, tanto de produtos quanto de consumidores.


O comerciante Arnaldo Siqueira, que possui uma papelaria em Fernandópolis há cinco anos, conta que desde o início de janeiro, o fluxo de clientes é grande e o estoque está sendo constantemente renovado para garantir a satisfação de pais e estudantes. “Há sempre uma equipe preparada para atender da melhor forma quem chega à loja, ajudando com as listas e orientando na escolha”, destaca.


LISTA

São mochilas, cadernos, canetas, lancheiras, lápis de cor, papéis coloridos, cartolinas, entre outros. E, para atender às solicitações e corresponder à expectativa dos alunos, que querem levar para a escola as mercadorias que estão em alta, é necessário bastante pesquisa e trabalho.


MELHOR PREÇO

Com as relações de materiais exigidos nas escolas em mãos, os pais, na maior parte das vezes as mães, fazem uma verdadeira maratona nas lojas na busca de valores mais acessíveis, melhores formas de parcelamento, tentando conciliar os gastos e a vontade das crianças. As listas são extensas e existem muitas opções no mercado, mas o maior atrativo ainda é o preço mais baixo.


Muitas mães levam os filhos para escolherem o material e enfrentam a dificuldade de combinar as escolhas com o orçamento. "São muitas as opções e a gente fica sem saber escolher, mas o que avalio primeiro é o preço", salienta a dentista, Camila Montes, mãe da pequena Ana Carolina, de 9 anos.


Para atender às solicitações dos filhos, pais precisam pesquisar bastante os preços dos materiais