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Conversas no WhatsApp entregam ‘esquema’ de tráfico de drogas em Fernandópolis

Conversas no WhatsApp entregam ‘esquema’ de tráfico de drogas em Fernandópolis

Pelo aplicativo, dupla combinava de alugar uma residência para auxiliar na atividade ilegal

Pelo aplicativo, dupla combinava de alugar uma residência para auxiliar na atividade ilegal

Publicada há 7 anos

Breno Guarnieri



Na tarde de ontem, 12, por volta das 12h30, a Polícia Militar prendeu em flagrante W.S.F. e M.A.B., acusados de tráfico de drogas no Jardim Santa Rita, zona norte de Fernandópolis. O flagrante da atividade ilegal aconteceu em uma praça do referido bairro.


Informações do boletim de ocorrência dão conta de que após denúncia anônima os policiais se deslocaram até o bairro e encontraram M.A.B. em “atitude suspeita” na praça, fato que culminou em uma abordagem. Durante o procedimento, nada de ilegal foi encontrado.


Durante patrulhamento nas imediações da referida praça, os policiais abordaram W.S.F. Na “famosa geral”, os policiais encontraram duas porções de maconha. Questionado sobre o entorpecente, W.S.F. admitiu aos policiais que possuía mais drogas escondidas na residência do seu pai. Em vistoria no imóvel, os policiais encontraram um tijolo de maconha, escondido debaixo do tanque de lavar roupas. Também foram apreendidos três aparelhos celulares e R$ 1.670 em dinheiro.


Conversas comprometedoras 

Ainda de acordo com a PM, foram constatadas conversas, por meio do aplicativo de celular WhatsApp, entre M.A.B. e W.S.F., sobre tráfico de drogas, inclusive ambos combinavam de alugar uma residência para auxiliar na atividade ilegal. Também foi citado na conversa entre a dupla, que na casa alugada, seriam vendidos crack, maconha e cocaína. Na oportunidade, M.A.B. negou que vende drogas e que estava associado com W.S.F. Ele alega que estava somente na praça para comprar maconha.


À disposição da Justiça

Diante do fato, a dupla foi encaminhada à sede da DISE (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) para prestar esclarecimentos. Até o fechamento desta edição, os dois homens permaneciam presos à disposição da Justiça. O caso é investigado.          

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