
Foto: Divulgação / Fonte: SCF
Da Redação
Nos dias 4 e 5 de julho, a OPO (Organização de Procura de Órgãos) do Hospital de Base de São José do Rio Preto promoveu uma capacitação sobre abordagem familiar a doadores de órgãos e diagnóstico de morte encefálica.
O objetivo do treinamento foi ampliar a capacidade de promover conversas que transformam e salvam vidas por meio da doação de órgãos.
Na programação de sexta-feira, os profissionais participaram do curso de comunicação em Situações Críticas, aprendendo formas mais humanas e respeitosas de lidar com o luto e informar familiares em momentos de dor.
Representando a Santa Casa de Fernandópolis, participaram as enfermeiras Ana Letícia Lacerda e Kauani Colombo, além das médicas Amanda Hernandes e Anna Beatriz Teixeira.
Kauani, que integra a CIHDOT (Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes) da Santa Casa, concedeu uma entrevista exclusiva sobre a importância da captação de órgãos:
“Quem passa por essa capacitação sai com uma bagagem valiosa e sensível, principalmente porque ainda estamos lidando com um assunto que continua sendo tabu para grande parte da sociedade e que precisa, urgentemente, ser debatido com mais abertura”, afirmou.
No segundo dia de evento, em parceria com a AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira), os profissionais realizaram o curso de diagnóstico de morte encefálica, abordando as habilidades técnicas, éticas e jurídicas necessárias.
Vale lembrar que a doação de órgãos vai muito além de um simples gesto: ela representa a última esperança para milhares de pessoas que dependem de um transplante para continuar vivendo ou melhorar significativamente sua qualidade de vida.
Fonte: Ascom Santa Casa Fernandópolis