CULTURA

Confira obras escritas por escritoras brasileiras para ler no Mês da Mulher

Confira obras escritas por escritoras brasileiras para ler no Mês da Mulher

Dia da Mulher! Vozes que transformam: 8 livros de autoras nacionais

Dia da Mulher! Vozes que transformam: 8 livros de autoras nacionais

Publicada há 2 horas

Foto: Ilustração / Fonte: Pexels

Da Redação

No mês do Dia Internacional da Mulher, a literatura se torna espaço de reflexão sobre conquistas, desafios e vivências femininas. As obras desta lista percorrem memórias, maternidade, luto, identidade e futuro, revelando a pluralidade das experiências das mulheres. Mais que celebrar a data, a seleção convida à escuta e à transformação. Confira abaixo:  


Rabena Karib: jornada entre o deserto e o mar 

Nesta biografia sensível, a jornalista e pesquisadora Cristina Seixas reconstrói a trajetória marcada por guerra, exílio e amor de Vittorio e Teresa Ficara, da infância à velhice. Entre memórias íntimas e fatos históricos do século XX, o livro intercala narrativa e imagens que revelam não apenas a história do casal, mas também os cenários políticos, culturais e sociais que moldaram suas vidas. 

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As perdas no caminho 

Renata Seldin compartilha uma década de tentativas, perdas gestacionais e procedimentos de fertilização na busca pela maternidade. Entre relacionamentos conturbados e desafios profissionais, a autora revela as marcas emocionais que transformaram sua vida. Ao mesclar dor e superação, propõe um debate urgente sobre escolhas, direitos e acolhimento às mulheres. 

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Mortes no Sobrado 

Com ambientação no sertão paraibano, a professora e especialista em Literatura Brasileira, Fátima Sá Paraíba, conta a história de um sobrado antigo cercado por lendas e violência. A narrativa combina a investigação policial de estilo clássico — repleta de pistas e reviravoltas — com crenças populares, segredos familiares e traumas do passado. 

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Coisas que eu tinha pra dizer e não disse 

Na busca por preencher o silêncio com palavras, Le Savoldi compartilha questões pessoais, mas que estão entrelaçadas à experiência humana de estar vivo. O luto pela perda da mãe, o cansaço dos dias, a solidão intrínseca às relações e as fraturas emocionais causadas por desentendimentos são alguns dos temas abordados. É um projeto contemplado em concurso cultural de Engenheiro Coelho, em São Paulo, em 2024/2025, por meio da Lei Paulo Gustavo, do Ministério da Cultura. 

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Vai dar tudo certo - que fase! 

Com um olhar sensível e atento às vulnerabilidades da juventude, Alessandra Jammel constrói jornadas de autodescoberta protagonizadas por adolescentes que se veem obrigados a amadurecer diante de conflitos internos e pressões externas cada vez mais intensos. Fiel às nuances do processo de crescimento, a autora retrata com autenticidade a urgência, a intensidade e os medos que marcam a adolescência. 

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O Amor Que a Dor Pariu 

Com uma escrita honesta, intimista e atravessada por toques de humor, Fernanda Salerno mergulha nas camadas mais profundas das emoções humanas. A autora mostra que reconhecer e nomear as próprias dores é o primeiro passo para escolhas mais livres e relações mais autênticas. A obra aborda temas urgentes, como identidade LGBTQIAPN+, pertencimento, câncer, luto, traição e reconstrução da autoestima. 

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A maldição da mandioca 

Nesta ficção econômica, Thaís Vieira de Souza apresenta a saga de Max, um jovem atormentado por dilemas existenciais. Ele habita o ano de 3050, em uma São Paulo aparentemente ideal. Nesse cenário futurista, há moradia digna, segurança, educação e saúde para todos, mas o protagonista continua tomado por um sentimento de vazio. Ao procurar sentido para a própria vida, ele decide embarcar em uma jornada capaz de mudar os rumos do país. 

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Um corpo para Jaime 

Mariano é um homem solitário que vive em Brasília e cria o perfil de Jaime. Ao assumir essa identidade, ele inicia um relacionamento virtual com Olga e passa a segui-la, borrando os limites entre criador e criatura. Escrita por Luiza Fariello, esta narrativa transita entre tensão e humor, questionando quem realmente conduz a história. Em meio a paixões e incertezas, o romance reflete sobre identidade, aparência e a necessidade de um corpo para existir e amar. 

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