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Polícia Ambiental apreende mais de 3,6 quilômetros de redes ilegais em operação na região

Polícia Ambiental apreende mais de 3,6 quilômetros de redes ilegais em operação na região

Fiscalização náutica retirou petrechos irregulares de áreas de preservação e afluentes

Fiscalização náutica retirou petrechos irregulares de áreas de preservação e afluentes

Publicada há 31 minutos

Fotos: Divulgação / Fonte: PMA-SP

Da Redação

Uma operação da Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo resultou na apreensão de mais de 3,6 quilômetros de redes de pesca instaladas de forma irregular em trechos do Rio Tietê e seus afluentes, nesta terça-feira (5), em municípios da região noroeste paulista.

A ação foi concentrada no reservatório da Usina Hidrelétrica de Nova Avanhandava, abrangendo áreas dos municípios de Barbosa, Promissão, Penápolis e Glicério, além de pontos estratégicos em afluentes como o Ribeirão Lajeado, Ribeirão Bonito, Córrego Caximba e Córrego Retiro.

Durante o patrulhamento náutico, os policiais ambientais localizaram, inicialmente, seis sacos escondidos em meio à vegetação, em uma área rural de Promissão, contendo cerca de 2.400 metros de redes de emalhar sem qualquer identificação e em desacordo com a legislação ambiental.

Na sequência da fiscalização, as equipes também encontraram outras redes armadas irregularmente dentro da água, totalizando aproximadamente 1.220 metros adicionais.

Com isso, o volume total de petrechos retirados do ambiente ultrapassou os 3,6 quilômetros de redes ilegais.

Durante a operação, os peixes encontrados vivos nos equipamentos foram devolvidos imediatamente ao Rio Tietê, minimizando impactos à fauna aquática. Todo o material apreendido foi encaminhado à base operacional da Polícia Ambiental em Penápolis.

Além da fiscalização, os policiais também realizaram orientações a pescadores amadores e profissionais sobre as regras previstas na legislação ambiental, reforçando a importância da pesca responsável e da preservação dos recursos naturais.

A Polícia Ambiental destaca que denúncias de pesca predatória, caça ilegal ou crimes contra a fauna e flora podem ser feitas de forma anônima pelos canais oficiais da corporação ou por meio do telefone 190.

Com informações da Polícia Ambiental

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