Crônica: O presente mais valioso de um pai - Qual será?

Crônica: O presente mais valioso de um pai - Qual será?

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Publicada há 5 horas

Minutinho: Como Deus rezaria o Pai Nosso

Por: Autoria desconhecida

Já pensou como Deus rezaria o Pai Nosso?

Meu filho que estás na terra.

Preocupado, solitário, desorientado.

Eu conheço perfeitamente teu nome, e o pronuncio santificando-o porquê te amo.

Não. Não estás só, mas habitado por mim e juntos construiremos este Reino, do qual tu vais ser herdeiro.

Gosto que faças minha vontade, porque minha vontade é que tu sejas feliz.

Conte sempre comigo e terás o pão para hoje.

Não te preocupes.

Só te peço que saibas compartilhá-lo com teus irmãos.

Sabes que perdoo todas tuas ofensas, antes mesmo que as cometas, por isso te peço que faças o mesmo com os que a ti ofendem.

Para que nunca caias na tentação, toma forte a minha mão e eu te livrarei do mal.

Te amo desde sempre.

Teu Pai.

Que o Senhor nos bendiga e nos dê a Paz que só Ele pode dar. Assim seja!

Crônica: O presente mais valioso de um pai

Por: Autoria desconhecida

Há histórias cuja origem se perde no tempo. Ninguém sabe ao certo quem as escreveu primeiro, mas elas atravessam gerações porque continuam dizendo verdades que insistimos em esquecer.

Uma delas conta que um pai chegou em casa tarde da noite. Vinha do trabalho cansado, preocupado e sem disposição para conversar. Mal havia entrado quando o filho, de apenas cinco anos, fez uma pergunta aparentemente sem sentido:

— Pai, quanto você ganha por hora de trabalho?

Surpreso, respondeu que, fazendo as contas, ganhava cerca de oito reais por hora.

O menino apenas concordou com a cabeça e se calou.

Alguns minutos depois, voltou a procurá-lo.

— Pai, você pode me emprestar três reais?

A pergunta encontrou um homem ainda dominado pelo estresse do dia. Irritado, o pai imaginou que o filho quisesse comprar algum brinquedo ou doce. Reclamou das perguntas, disse que precisava descansar, entregou o dinheiro e encerrou a conversa.

Mais tarde, já de banho tomado e com os ânimos tranquilos, encontrou o menino cochilando no sofá. A culpa falou mais alto. Aproximou-se e perguntou por que ele havia pedido aquele dinheiro.

O garoto abriu os olhos, pegou algumas moedas que guardava e respondeu com a sinceridade que só as crianças possuem:

— Eu já tinha cinco reais. Com os três que você me emprestou, agora tenho oito. Posso comprar uma hora do seu tempo para você chegar mais cedo amanhã e brincar comigo?

Imagem: IA/ChatGPT

O texto é de livre manifestação do signatário que apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados e não reflete, necessariamente, a opinião do 'O Extra.net'

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