
Minutinho: Oração pelo Brasil
Por Eurípedes Barsanulfo
Senhor!
Tu nos deste o Brasil por pátria de luz para o trabalho! Ajuda-nos a viver de modo a nos transformarmos nos teus braços no mundo.
Contudo, nesta hora grave, pela qual passa o povo brasileiro, faze com que os ensinamentos do Cristo nos permita contribuir de forma lúcida e competente.
Então, Senhor, concede-nos o momento para pedirmos por esta nação e, sobretudo, por nossa gente:
- Que nenhum brasileiro seja o símbolo da guerra;

- Que nenhum de nós fomente a discórdia e a desunião;
- Que nas lutas da vida nossas armas sejam a honestidade, a bondade, a dignidade e a força irrefreável do labor;
- Que nossas críticas ferinas sejam transmutadas no apoio moral e na ordem que do alto emana: Pacificai!
- Que as disputas no cenário político sejam um convite à reflexão; e que o refletir traduza a necessidade da ação por meio da disciplina e da democracia conscientes.

Crônica: O velhinho e o palestrante
Por: Autoria desconhecida
Num determinado Centro Espírita havia um dirigente que, semanalmente, fazia suas palestras e pregações. Era um senhor culto, inteligente, admirado por muitos pelas suas palavras e pelo seu entendimento da doutrina.
O interessante é que quando ele fazia suas palestras, ele notava um velhinho lá no fundo, nas ultimas cadeiras. Ele estava sempre por lá, com seus olhos miúdos atentos a tudo.
Pois por essas coincidências da vida, o idoso veio a falecer e, logo após, o palestrante.
Qual a surpresa, é que o dirigente do centro ao chegar do outro lado, se viu em um ambiente nebuloso, sombrio e nefasto. E estava aflito, desorientado, não entendia porque aquilo estava acontecendo.
Então se pôs a rezar e, para seu espanto, percebe uma luz forte se aproximar. Tão forte que lhe ofuscava as vistas.
Logo ficou radiante, alegre, feliz, pois sabia que suas preces foram ouvidas.
Aos poucos a luminosidade foi tomando formas e ele percebeu que aquele brilho era irradiado por aquele velhinho que sempre estava em suas palestras.
Intrigado com aquilo, ele exclamou:
– É você? Você não era aquele velhinho que ficava lá no fundo do centro quieto, não falava nada, só escutava eu falar? Como pode? Você esta aí com toda essa exuberância divina, e eu nesse estado. Por quê?
O velhinho olhou para ele, e com um sorriso que irradiava benções, falou:
– Eu apenas fiz o que você dizia nas suas palestras, apenas isso. E você fazia o que dizia?
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