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Esposa encontra outras armas e granada na casa de médico morto em confronto com a PM

Esposa encontra outras armas e granada na casa de médico morto em confronto com a PM

Material foi localizado no imóvel; médico Luciano Lopes Pastor morreu durante ocorrência policial no domingo (18)

Material foi localizado no imóvel; médico Luciano Lopes Pastor morreu durante ocorrência policial no domingo (18)

Publicada há 48 minutos

O médico Luciano Lopes Pastor. Foto: Reprodução / Fonte: Facebook

Da Redação

Novos desdobramentos sobre a morte do médico Luciano Lopes Pastor, ocorrida no domingo (18), em Catanduva, no interior de São Paulo, foram registrados após a liberação da residência onde aconteceu a ocorrência. A esposa dele encontrou outras armas de fogo e uma granada no imóvel e acionou novamente a polícia.

Segundo as informações divulgadas, a mulher localizou os materiais enquanto mexia em pertences da casa. Após ser comunicada, a polícia retornou ao endereço para adotar as providências necessárias, incluindo a retirada do artefato explosivo, a fim de evitar riscos.

Os materiais foram recolhidos pelas autoridades e encaminhados para os procedimentos cabíveis. O caso segue sob investigação, e as circunstâncias da descoberta deverão ser esclarecidas pelas autoridades.

Médico morreu durante confronto com a PM

Luciano Lopes Pastor, cirurgião vascular conhecido na região, morreu após uma troca de tiros com policiais militares na tarde de domingo (18).

De acordo com as informações divulgadas, a Polícia Militar foi acionada pela esposa do médico, que relatou estar em situação de risco dentro da residência, junto ao filho, e informou que o marido estaria armado. A ocorrência terminou em confronto, e o médico morreu no local.

Médico foi investigado por suspeitas na área da saúde

A morte de Luciano também chama a atenção pelo histórico de investigações envolvendo sua atuação na área da saúde.

Em agosto de 2025, ele foi preso temporariamente durante uma operação que apurava suspeitas de desvios de recursos públicos da saúde relacionados à Associação Mahatma Gandhi, organização social da qual era presidente.

Na ocasião, a investigação apurava possíveis irregularidades financeiras e contratações suspeitas. Armas de fogo também foram apreendidas durante a operação. A prisão temporária, por si só, não representa condenação.

Em outubro daquele ano, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) considerou irregular a prestação de contas da entidade referente à gestão da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Catanduva em 2023.

As circunstâncias do confronto, da morte do médico e da localização dos novos materiais permanecem sob apuração. Novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das investigações.

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