Da Redação

Apesar das articulações de Pinato com o DEM, cada partido foi para um lado na eleição em São Paulo
A confirmação da aliança estadual entre os Progressistas (antigo PP) e o PSB, que tem como candidato à sucessão estadual o atual governador Márcio França, ratificada publicamente na última sexta-feira, 15, coloca agora um total de 15 partidos apoiando a reeleição. A coligação também terá, com a chegada dos Progressistas, o maior tempo de TV/rádio no Horário Eleitoral Gratuito. Joao Dória (PSDB), terá o segundo; Luis Marinho-PT o terceiro e Paulo Skaf o quarto.
O anúncio da junção foi feito pelo presidente do partido, o deputado federal Guilherme Mussi, e pode levar a agremiação a assumir a pasta da Segurança Pública, através do deputado estadual Antonio Olim. Ele é delegado de Polícia de carreira e, inclusive, cotado para ser vice de França.
Região
Articulador de um acordo com o democrata Rodrigo Garcia, cujo partido acabou assumindo a candidatura tucana, Fausto Pinato afirma aceitar a decisão tomada pelo presidente do partido e vê no atual governador um “bom nome”. Inobstante, Pinato relatou enorme pressão por parte de tucanos para que adote posição contrária. “Muitos amigos, apoiadores e líderes do PSDB tem me procurado para honrar o acordo com Garcia”, afirmou.
As principais articulações nesse sentido devem provir do secretário municipal Julio Semeghini, de Carlão Pignatari, do próprio João Doria, interessado em fortalecer seu nome no interior e de Rodrigo Garcia, provável vice-governador na chapa tucana.
Na região, o candidato do PSB, partido do governador, para a Câmara dos Deputados, é o ex-prefeito de Rio Preto Valdomiro Lopes.