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Desapega!

Desapega!

Por Paulo Cesar Lopes

Por Paulo Cesar Lopes

Publicada há 6 anos

Será que praticar o desapego significa abrir mão de tudo o que é importante para nós, rompendo os vínculos afetivos ou relacionamentos pessoais com aqueles que fazem parte do nosso cotidiano? Claro que não. Dentre as várias “Leis do Desapego”, que você encontra na internet, selecionei quatro que acho bem interessantes. Dá uma olhada: 

Primeira Lei do desapego: você é responsável por si mesmo. Ninguém pode viver por você. Ninguém pode respirar por você, se oferecer como voluntário para carregar suas tristezas ou sentir suas dores. Você é o arquiteto da sua própria vida e de cada passo que dá em seu caminhar. Não responsabilize os outros pela sua felicidade. Não imagine que para ser feliz é necessário encontrar o parceiro ideal ou ter o reconhecimento de toda sua família.

Segunda Lei do desapego: Viva no presente! Aceite e assuma a sua realidade.
 Muitas vezes, não conseguimos aceitar que nesta vida nada é eterno, nada permanece sempre igual; tudo flui e retoma seu caminho. Muitas pessoas estão sempre focadas no que aconteceu no passado, e isso se torna um fardo pesado que carregamos no presente. Mesmo que seja doloroso, aceite, assuma o passado e aprenda a perdoar. Isso o fará se sentir mais livre e o ajudará a se concentrar no que realmente importa: “o aqui e agora”. 

Terceira Lei do desapego: Liberte-se e permita que os outros também sejam livres. A liberdade é a forma mais plena, íntegra e saudável de aproveitar e compreender a vida em toda a sua imensidão. Ser livre não nos impede de criar vínculos com os outros. Criar vínculos, amar e ser amado, fazem parte do nosso crescimento pessoal. O desapego significa que você nunca deve assumir a responsabilidade pela vida dos outros, que eles não podem lhe impor seus princípios e nem tentar prendê-lo. É assim que surgem os problemas de relacionamento e o sofrimento.

Quarta Lei do desapego: As perdas irão acontecer mais cedo ou mais tarde.
 Devemos aceitar que, nesta vida, nada dura para sempre. A vida, os relacionamentos e até os bens materiais acabam desaparecendo como fumaça, escapando por uma janela aberta ou deslizando através dos nossos dedos.

Crie, portanto o hábito de viver em constante desapego. Exercite a capacidade de amar, apreciar e se envolver nos relacionamentos de uma maneira mais equilibrada e saudável. Liberte-se dos excessos. É fácil? Claro que não. Uma boa dica: ame, primeiro, a si próprio. 

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