
Foto: Ilustração / Fonte: OMS
Da Redação
A Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, confirmou nesta sexta-feira (27) o primeiro caso de Mpox registrado na cidade em 2026.
O paciente é um homem, com idade entre 30 e 39 anos, morador do município. De acordo com a pasta, os primeiros sintomas tiveram início em 18 de fevereiro e o diagnóstico foi confirmado em 27 de fevereiro. Não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde do paciente.
A Secretaria informou que segue os protocolos preconizados pelo Ministério da Saúde, incluindo monitoramento e orientações para prevenção da transmissão.
A entidade também reportou que, até meados de fevereiro de 2026, o estado somava dezenas de casos confirmados, distribuídos em várias cidades, incluindo localidades como Campinas, Várzea Paulista, Sumaré, Paulínia e Hortolândia — todas com registros de Mpox neste ano.
Esses casos fazem parte dos mais de 60 registros ratificados no estado de São Paulo em 2026, conforme boletins oficiais, e reforçam que a circulação do vírus está registrada em diferentes regiões do estado.
A Mpox é uma doença viral transmitida principalmente por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais ou objetos contaminados, além de contato físico próximo e prolongado com pessoa infectada.
Os sintomas mais comuns incluem febre, dores no corpo, aumento dos linfonodos e lesões cutâneas, que podem evoluir para crostas. A transmissão pode ocorrer enquanto houver lesões ativas, até a cicatrização completa.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Mpox pertence à mesma família do vírus da varíola humana, erradicada em 1980, embora costume apresentar quadros menos graves na maioria dos casos.
Desde 2022, a OMS adotou oficialmente a nomenclatura “Mpox” em substituição a “varíola dos macacos”. Atualmente, são reconhecidos dois principais grupos genéticos do vírus, denominados Clado 1 e Clado 2.
As autoridades de saúde recomendam evitar contato direto com lesões de pele de pessoas com suspeita ou confirmação da doença, não compartilhar objetos pessoais e procurar atendimento médico em caso de sintomas compatíveis.
A confirmação do caso reforça a importância da vigilância epidemiológica e da busca por atendimento nas unidades de saúde diante de sinais suspeitos.