Marcos Orati

Compartilhando Amor

Compartilhando Amor

Por Marcos Orati - Pastor

Por Marcos Orati - Pastor

Publicada há 9 anos

Mc.12.30:“30  Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. 31 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes”


lGl.6.2,3:“2 Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo.3  Porque, se alguém cuida ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo”


É bom que o homem ame a sua própria felicidade. Sem isso, ele deixaria de ser essencialmente homem.  A ordem de amarmos o próximo como a nós mesmos (Mateus 19: 19), pressupõe que podemos, e devemos amar a nós mesmos. Não somos ordenados a amar mais ao nosso próximo do que a nós mesmos, mas como a nós mesmos.


Se a felicidade que almejamos procura primeiramente desfrutar de Deus, contemplar Sua glória e ter comunhão com Ele, então este amor a Deus se assemelha ao amor que devemos ter a nós mesmos. Além disso, quando o cristão busca a felicidade do seu próximo, ele amplia a sua própria.


O espírito da caridade ou amor cristão é o oposto de um espírito egoísta. O espírito de caridade busca o bem do próximo. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros (Filipenses 2: 4). A felicidade espiritual dessas pessoas deveria ser o nosso principal interesse, inclusive o seu progresso material.


Este tipo de espírito se compadece das dificuldades, das cargas e das aflições do próximo. Um espírito egoísta se preocupa somente com a sua própria miséria. Mas um coração sincero e verdadeiro é cheio de misericórdia para com aqueles que estão em miséria, sendo pronto em ajudar, suprir, aliviar.


Este tipo de espírito também é liberal, sempre pronto a atender as necessidades alheias, quando oportuno. Então, enquanto temos tempo, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé (Gálatas 6: 10).


A proximidade e a comunhão têm um preço. Pequenas feridas sempre surgem, quando nos aproximamos e nos relacionamos. Precisamos desenvolver a nossa capacidade de perdoar, valorizar e apreciar aquilo que cada pessoa tem de bom. Por outro lado, precisamos crescer e ser aperfeiçoados, para oferecermos cada vez mais nossa amizade e amor, aprendendo a ter comunhão e a nos relacionar com todo tipo de pessoas sem medo de ser feliz e de ser bênção, principalmente na vida daqueles a quem amamos.


Se não ouvirmos o pobre, o perdido, o necessitado, Deus não nos ouvirá. A compaixão de Deus deve ser derramada em nossos corações e escoar para o nosso próximo. A Bíblia nos diz que: “O que tapa o seu ouvido ao clamor do pobre, ele mesmo também clamará e não será ouvido.” (Pv 21.13).


Sabemos que necessitamos do Senhor para tudo: Ele é quem nos dá a vida, a respiração, o alimento, a inteligência, a liberdade etc. E Ele nos usa para abençoar as pessoas. Portanto, permita que Deus manifeste o seu amor por meio de sua vida, de seus atos, de suas boas obras. Nós damos a medida para Deus agir em nós. Se ouvirmos o clamor dos aflitos e atendermos, dentro das nossas possibilidades, Ele nos ouvirá e atenderá.


Peça a Deus que lhe dê um coração cheio de amor e compaixão pelas pessoas!

 Deus o abençoe!


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