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Secretaria da Saúde se manifesta sobre investigações do MPF

Secretaria da Saúde se manifesta sobre investigações do MPF

Assessoria encaminhou informações à Redação de “O Extra.net” sobre inquérito civil instaurado pelo Ministério Público Federal

Assessoria encaminhou informações à Redação de “O Extra.net” sobre inquérito civil instaurado pelo Ministério Público Federal

Publicada há 9 anos

João Leonel


Após matéria publicada ontem (28), neste “O Extra.net”, a Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo encaminhou uma Nota Oficial sobre as investigações que o Ministério Público Federal realiza, através de inquérito civil, acerca de possíveis irregularidades no credenciamento das unidades de tratamento contra o câncer em Fernandópolis e Jales no Sistema Único de Saúde. Sem a habilitação pelo SUS, os referidos centros oncológicos continuam ser receber verbas fundamentais para a manutenção do atendimento regional contra a doença. O MPF teria “informações preliminares” indicando “que tanto a União quanto o Estado de São Paulo têm provocado atrasos no processo de habilitação das unidades de Fernandópolis e Jales junto ao SUS”. Confira as alegações da Secretaria Estadual da Saúde: “Com relação à reportagem ‘MPF suspeita que União e Estado provocam atrasos em credenciamento’, publicada na edição desta quinta-feira (28/7), a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo ainda não foi oficiada pelo Ministério Público Federal. Vale destacar, mais uma vez, que o governo do Estado cumpriu seu papel e, há três anos, solicitou ao Ministério da Saúde credenciamento do serviço do Hospital de Câncer de Jales. Da mesma forma, o pedido de credenciamento da unidade de Fernandópolis foi aprovado pelo Estado em março de 2015 e encaminhado ao Ministério da Saúde, que é o responsável pela habilitação de serviços oncológicos pelo SUS em todo o Brasil. Enquanto isso a Secretaria auxiliou financeiramente a Fundação Pio XII, com repasses do tesouro estadual, feitos voluntariamente, e que desde 2013 somam R$ 192,5 milhões extras, visando garantir os atendimentos. Até o final do ano serão enviados outros R$ 22 milhões. A pasta está à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários ao MPF”.

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