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Polícia Civil indicia mulher por morte do delegado Guerino

Polícia Civil indicia mulher por morte do delegado Guerino

Ela também é investigada por suspeita de prostituição infantil em Ipiguá

Ela também é investigada por suspeita de prostituição infantil em Ipiguá

Publicada há 9 anos


Segundo a Polícia, há indícios de que S.R. sabia do assassinato do delegado e do roubo da caminhonete



Da Redação


O delegado José Augusto Fernandes, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), de Rio Preto, determinou o indiciamento de S.R.M., por suspeita de participação no assassinato do delegado Guerino Solfa Neto, 43 anos, que pertencia ao Deinter-5, no dia 25 de junho. Com ela, sobe para quatro o número de suspeitos no crime.

S.R. é moradora de Ipiguá e namorada de A.S.O.C., 26 anos, o primeiro a ser preso pela morte do delegado. Além de A.S., já foram indiciados R.G.C., 28, e E.F.N., 18. Ambos por latrocínio, que é roubo seguido de assassinato.


De acordo com a reconstituição feita pela DIG, A.S., e R.G. teriam abordado Guerino, que estava em uma caminhonete, quando ele estava parado no acostamento da BR-153, em Rio Preto. Os dois contaram com apoio de E.F., que estava dirigindo o carro que os levaram até o local.


De acordo com a Polícia Civil, há indícios de que S.R. sabia do assassinato do delegado e do roubo da caminhonete. Ainda é necessário aguardar os laudos periciais para verificar se há impressões digitais da mulher no veículo de Guerino, que também era delegado interino em Fernandópolis e Pedranópolis.


Além do suposto envolvimento no latrocínio, S.R. também é investigada por suspeita de prostituição infantil em Ipígua. Ela estaria explorando uma garota de 13 anos, que fazia programas sexuais com políticos, médico, advogado e funcionário público de Ipiguá.


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