Erica Cristina

Lombalgia Aguda

Lombalgia Aguda

Por Erica Cristina Tazinaffo - Fisioterapeuta

Por Erica Cristina Tazinaffo - Fisioterapeuta

Publicada há 9 anos

Na maioria das vezes, acontece porque a pessoa não levou a sério as dores anteriores que teve na coluna. É mais ou menos assim: a musculatura nas costas está cansada e dolorida por causa de sobrecarga, mas a pessoa não respeita as dores e continua. Até que chega um momento em que a coluna não agüenta mais e trava. Fica “entrevado”. É uma defesa da coluna vertebral para a pessoa pare de fazer força. Lombalgia não é um diagnóstico, mas um sintoma que aparece como dores fortes na região lombar. Às vezes a dor desce para as nádegas, outras vezes até a coxa. Normalmente, esta dor, acaba sozinha depois de quatro ou cinco dias com descanso ativo. A Lombalgia é dividida em: forma aguda, subaguda e crônica. A aguda é repentina e com muita dor, que impossibilita o movimento temporariamente. A subaguda  aumenta lentamente e a dor e menor. A crônica dá dores constantes com duração de até dois meses.


Frequentemente, o problema é postural, isto é, causado por uma má posição para sentar, se deitar, se abaixar no chão ou carregar algum objeto pesado. Outras vezes, a lombalgia pode ser causada por inflamação, infecção, hérnia de disco, escorregamento de vértebra, artrose (processo degenerativo de uma articulação) e até problemas emocionais.


Na crise aguda de lombalgia, o exercício está totalmente contraindicado. Deve-se fazer repouso absoluto, deitado na cama. Uma alternativa é deitar de lado em posição fetal (com as pernas encolhidas). Não estão indicados na fase aguda: tração, manipulação, RPG, cinesioterapia, alongamento e massagem.

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