Texto Bíblico: Fp.3.13,14:
“13 Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim,
14 Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.”
Se alguém pudesse voltar no tempo, poderia alterar o seu passado, mas o conhecimento atual acredita que o passado é tudo o que já passou, não sendo repetível, nem modificável.
É fundamental conhecer o passado. O homem sem passado está imiscuído num vazio existencial sem fim.
É imprescindível reportar-se aos tempos idos, pois lá estão as reminiscências, ou seja, lembranças que são fontes robustas, motivadores e inspiradoras, as quais impulsionam o sujeito a continuar «o bom combate».
Pode-se regressar ao tempo, não para alterá-lo, mas para ressignificá-lo.
Esse texto que estás a ler já faz parte do passado, mas pode-se chamá-lo de passado recente; pois se deve trazê-lo à memória, principalmente “àquilo que traz esperança”.
O palco da vida que Deus proporciona ao homem nunca se repetirá.
No princípio (passado), (bereshitgr) Deus criou os céus e a terra. Esse passado é um tempo antes do tempo, que pode ser chamado de eternidade; mas a eternidade é presente, passado e futuro, pois ela “foi plantada no coração do homem.
O homem não é eterno, e sim, EVOTERNO, isto é, teve começo, mas não terá fim. Em fim, “o que é já foi e o que foi voltará a ser”.
Gerúndio é um tempo verbal que diz que a ação está acontecendo neste momento, mas o agora só é agora enquanto este texto está sendo escrito. Este “agora” da linha acima já não é agora, é pretérito, ainda que esteja conjugado no presente.
“Quem não recorda o passado está condenado a repeti-lo”.
REFLITA:
“Quem se gosta da vida,
gosta-se do passado, porque
ele é o presente tal como sobreviveu na memória humana”.
“Quero trazer à memória o que me pode dar esperança” (Lm 3.21)
Deus o abençoe!