Gosto do ar de otimismo de fim de ano, da esperança renovada, da contagem regressiva para os novos 12 meses que virão. Da oportunidade de começar tudo de novo, de tentar fazer melhor do que fizemos. Afinal, nós, seres humanos, temos a opção de fazer escolhas, por isso precisamos aproveitar esse momento de planejar o novo ano fazendo as melhores escolhas, aquelas que podem trazer os mais saborosos frutos para nossa vida. É sabido que o que colhemos é resultado do que plantamos, por isso é preferível amar a odiar, perdoar a ofender, compreender a discordar, sorrir a chorar. Assim, provavelmente, colheremos amor, perdão, compreensão e sorrisos.
Mesmo que até aqui os resultados não tenham sido os desejados, o fim do ano não é o momento do autojulgamento ou da consciência pesada e sim da mudança. Para isto é preciso coragem, que é simplesmente a disposição de superar medos e dificuldades. Também é preciso não se arrepender das coisas que deixamos de fazer. Por isso, tome a iniciativa, não espere muito, assuma. Não se omita. Nada de chorar! Este pode ser um ótimo momento para rever os caminhos, não para se sentir culpado, mas para corrigir roteiros. Se as decisões anteriores não funcionaram bem, mesmo que tenha havido esforço, talvez valha a pena revê-las. Há sempre algo que cada um pode fazer para tornar a realidade mais agradável e satisfatória. Domine o comodismo, aprenda com os insucessos. Arrisque, para conseguir algo novo. Seja entusiasmado com a vida, acredite na sua capacidade de transformar a realidade. Não espere saber tudo para agir. A própria ação desenvolve o saber.
Que todos nós tenhamos a consciência que o rancor, o ódio, e outros sentimentos mesquinhos a nada levam, apenas corrompem nossa alma. Que tenhamos a Paz de Espírito para o discernimento correto de que estamos fazendo aquilo que é justo e correto para nós e nossos semelhantes. Que tenhamos o prazer de ser útil a alguém. E que o novíssimo 2017 seja um ano de muitas transformações e realizações para todos, não só no campo material, mas principalmente em nossa alma, em nosso “eu” interior.
Desejo que todos tenham o que for justo, belo, sereno e louvável aos olhos do Criador.