POLICIAL
DIG prende jovem com arma irregular durante operação em Fernandópolis
DIG prende jovem com arma irregular durante operação em Fernandópolis
Além de seis notebooks, oito celulares, maconha, anabolizantes, seringas e agulhas
Além de seis notebooks, oito celulares, maconha, anabolizantes, seringas e agulhas

Foto: Divulgação / Fonte: PC-SP
Da Redação
A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Fernandópolis prendeu em flagrante um jovem de 24 anos por posse irregular de arma de fogo durante uma operação realizada na manhã desta sexta-feira (4).
Os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão em uma residência onde mora um jovem de 22 anos, investigado pelo furto de um notebook pertencente a uma escola da rede municipal de ensino.
O equipamento furtado, que era o principal alvo da investigação, não foi localizado no imóvel.
Durante as buscas, os policiais encontraram uma pequena quantidade de maconha e apreenderam o celular do investigado. O aparelho deverá passar por análise para auxiliar na investigação sobre o furto.
Também foram encontrados seis notebooks e oito celulares cuja procedência não foi comprovada no momento da operação. Os equipamentos foram apreendidos e serão analisados pela Polícia Civil para verificar se possuem relação com o furto investigado ou com outros crimes.
Em outro cômodo da residência, utilizado pelo irmão do investigado, de 24 anos, os policiais localizaram diversas seringas e agulhas, além de dez frascos de anabolizantes, alguns parcialmente utilizados.
Durante a continuidade das buscas, os investigadores também encontraram uma arma de fogo em situação irregular.
O homem de 24 anos foi preso em flagrante e conduzido à DIG, onde foi elaborado o Auto de Prisão em Flagrante Delito (APFD). Ele permaneceu à disposição da Justiça.
A ocorrência relacionada à maconha e aos anabolizantes será encaminhada à Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) de Fernandópolis, responsável pelo prosseguimento das apurações.
Já os celulares e notebooks deverão ser submetidos a análises para identificar seus proprietários e verificar eventual ligação com ocorrências de furto ou outros crimes.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer a origem dos equipamentos, identificar possíveis envolvidos e verificar se os materiais apreendidos estão relacionados a outros delitos.
Até o momento, não há confirmação de que os notebooks e celulares sejam produtos de crime. A procedência dos equipamentos será apurada pela Polícia Civil.