Crônica: Um estudante de Medicina - A caridade nunca é esquecida

Crônica: Um estudante de Medicina - A caridade nunca é esquecida

Leia também: A Lei do Amor: a regra áurea da vida

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Publicada há 12 horas

Minutinho: A Lei do Amor

Por: Emmanuel / Chico Xavier

“Amar ao próximo como a si mesmo” resume a Lei de Amor, fundamentada na prática da caridade. É a regra áurea da vida.

Incontestavelmente, muitos séculos antes da vinda do Cristo já era ensinada no mundo a Regra Áurea, trazida por embaixadores de sua sabedoria e misericórdia. Importa esclarecer, todavia, que semelhante princípio era transmitido com maior ou menor exemplificação de seus expositores. Diziam os gregos: “Não façais ao próximo o que não desejais receber dele.” Afirmavam os persas: “Fazei como quereis que se vos faça.” Declaravam os chineses: “O que não desejais para vós, não façais a outrem.” Recomendavam os egípcios: “Deixai passar aquele que fez aos outros o que desejava para si.” Doutrinavam os hebreus: “O que não quiserdes para vós, não desejeis para o próximo.” Insistiam os romanos: “A lei gravada nos corações humanos é amar os membros da sociedade como a si mesmo.”[...]

Com o Mestre, todavia, a Regra Áurea é a novidade divina, porque Jesus a ensinou e exemplificou, não com virtudes parciais, mas em plenitude de trabalho, abnegação e amor, à claridade das praças públicas, revelando-se aos olhos da Humanidade inteira. 

Mas, o que significa amar ao próximo como a si mesmo?

“Amar o próximo como a si mesmo: fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós”, é a expressão mais completa da caridade, porque resume todos os deveres do homem para com o próximo. [...] A prática dessas máximas tende à destruição do egoísmo. Quando as adotarem para regra de conduta e para base de suas instituições, os homens compreenderão a verdadeira fraternidade e farão que entre eles reinem a paz e a justiça. Não mais haverá ódios, nem dissensões, mas, tão-somente, união, concórdia e benevolência mútua. 

Crônica: Um estudante de Medicina

Por: Redação do "Meu Sonho Não Tem Fim"

Um dia, um rapaz pobre, que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, viu que só lhe restava uma simples moeda de dez centavos e tinha fome.  

 Decidiu que pediria comida na próxima casa em que ofereceria seus serviços. Porém seus nervos e sua vergonha o traíram quando uma encantadora mulher jovem abriu a porta. Em vez de comida, rogou um copo de água.

 Ela avaliou que o jovem parecia faminto e assim lhe deu um grande copo de leite. Ele bebeu devagar, e depois lhe perguntou:

 - Quanto lhe devo?

 - Não me deves nada - respondeu ela. Minha mãe sempre nos ensinou a nunca aceitar pagamento por uma oferta caridosa.

 - Pois te agradeço de todo coração. Muito obrigado.

 Quando o jovem rapaz saiu daquela casa não só se sentiu mais forte fisicamente, mas também sua fé em Deus e nos homens aumentou. 

 Anos depois essa jovem mulher ficou gravemente doente. Os médicos locais a enviaram a uma grande cidade da região onde chamaram um especialista para estudar sua rara enfermidade. Quando este escutou o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos: era sua cidade natal, e ele imediatamente subiu ao seu quarto.

 Vestido com sua bata de doutor reconheceu-a imediatamente. Retornou ao quarto de observação determinado a fazer o melhor para salvar aquela vida.

Depois de uma demorada luta pela vida da enferma, ganhou a batalha. Finalizado o seu trabalho pediu à administração do hospital que lhe enviasse a fatura dos gastos para pagá-la. Ele a conferiu e depois escreveu algo, mandando entregá-la no quarto.

 Ao receber a fatura, a paciente tinha medo de abri-la, pois, sabia que levaria o resto de sua vida para pagar todos os gastos, mas, finalmente abriu. Seu semblante ficou tomado de espanto, e lágrimas de alegria e gratidão correram por sua face com uma nota escrita na conta que dizia: Pago totalmente, muitos anos atrás, com um copo de leite.

Imagem: Ilustração / Fonte: Chat GPT

O texto é de livre manifestação do signatário que apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados e não reflete, necessariamente, a opinião do 'O Extra.net'

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