EM ORDINÁRIA
Câmara Municipal tem sessão polêmica com denúncia de funcionário 'fantasma'
Câmara Municipal tem sessão polêmica com denúncia de funcionário 'fantasma'
Líder do Movimento pela Ética deve responder por Sindicância Administrativa na Prefeitura
Líder do Movimento pela Ética deve responder por Sindicância Administrativa na Prefeitura
Da Redação
Novamente uma sessão ordinária da Câmara fernandopolense foi marcada por polêmica. E outra vez tendo o “Movimento Pela Ética na Política de Fernandópolis” como protagonista. Representada pelo psicólogo Odalício Barbosa, o movimento fez uso da Tribuna Livre, desta vez como palavras sensatas e colocações bem articuladas referente ao aumento do IPTU. Porém, bastaram críticas a atual administração e a membros do Parlamento para a situação alterar-se. Barbosa referiu-se a possíveis atos dos edis que poderiam, no seu entendimento, configurar crimes de prevaricação (estava se referindo ao processo de votação do IPTU com dispensas das formalidades legais); aos salários dos vereadores, afirmando que com as sessões extraordinárias convocadas estariam recebendo, proporcionalmente, mais que o próprio prefeito e ainda ao período de férias (recessos parlamentares).


SINDICÂNCIA ADMINISTRATIVA
Tão logo encerrou seu discurso, Odalício foi questionado pela vereadora Janaína Alves-PSD, se ele havia sido nomeado, em 07 de janeiro de 2013, como diretor do Centro de Zoonoses, cargo em que teria ocupado até 10 de outubro de 2013. Segundo testemunho do vereador Mileno Tonissi-PTB, médico naquele local, confirmou que jamais viu a presença de Odalício no local. Com base nas Portarias de designação e testemunhos, a vereadora deve pedir a abertura de uma Sindicância Administrativa na Prefeitura para maiores apurações. Barbosa classificou a acusação como “ridícula” e negou-a por inteiro.
OUTRAS DISCUSSÕES

A vereadora Neide Nunes Borges Garcia Gomes-PP, requereu do prefeito municipal, informações objetivando esclarecer quais providências foram tomadas com relação ao cadastramento do município no Programa Cartão Reforma do Governo Federal. Tal programa garante o empréstimo de R$ 5 mil através do governo, para reforma e adequações em casas próprias.

Maiza Rio-PSDB, quer informações da Agência da Caixa Econômica Federal de Fernandópolis, objetivando esclarecer quais providências estão sendo tomadas pela instituição com relação à fiscalização de possíveis comercializações irregulares de casa populares do Jardim São Francisco. Recentemente uma família fora despejada após denúncia de compra e venda de imóveis na localidade.

O vereador João Pedro da Silva Siqueira pediu providências no sentido de viabilizar, por meio do departamento competente, a realização de novos leilões para alienação dos imóveis da Prefeitura Municipal que estavam disponíveis para venda, inclusive daqueles que sobraram do último leilão realizado no início de fevereiro e que rendeu aos cofres públicos R$ 2,8 milhões da venda de cinco áreas das 22 leiloadas. O montante das vendas, segundo o vereador já tem destino certo, amortizar as dívidas do IPREM – o Instituto de Previdência Municipal – . João Pedro sugeriu um leilão ativo permanentemente.

Já Aparecido Moreira da Silva-PR, o “Cidinho do Paraíso” questionou osmotivos que justificam a execução dos serviços de recapeamento asfáltico devias públicas da área central da cidade e não na periferia, onde algumas viaspermanecem críticas. A Assessoria do prefeito André Pessuto reiterou ainformação de que existem vários trechos da cidade que estão em projetos de convênio para receber o recapeamento, porém, neste momento não podem receber melhorias, já que esta etapa de Recape é feita com recursos próprios. A liberação dos recursos estaduais e federais será exclusivamente para essas localidades.

Antônio Carlos Finoto-PSD, o Tonho Pintor, rogou ao prefeito municipal, as devidas providências no sentido de viabilizar, por meio do departamento competente, a execução dos serviços de limpeza e manutenção periódica dos aparelhos de climatização de ambiente instalados no velório municipal, tomado por pombos atualmente. Segundo o vereador a responsabilidade das funerárias contratadas pelo município.

Murilo Jacob-PR reiterou o pedido feito ao núcleo da irmandade da Santa Casa de Fernandópolis há um mês, requerendo os documentos que justifiquem a contratação de um laboratório da cidade de São José do Rio Preto para a prestação de serviços. Jacob quer saber se a tomada de preço pela empresa de outra cidade fora mais “atraente” do que as empresas daqui. Além disso, Jacob quer tomar nota sobre o novo estatuto da Irmandade e o contrato da OS contratada para a nova gestão.