INFECÇÃO VIRA

Saúde intensifica acompanhamento da síndrome Mão Pé Boca

Saúde intensifica acompanhamento da síndrome Mão Pé Boca

Fernandópolis acompanha um surto com 12 crianças que foram acometidas pela doença

Fernandópolis acompanha um surto com 12 crianças que foram acometidas pela doença

Publicada há 7 anos

SECOM 



O estado de São Paulo tem sofrido surtos de Síndrome Mão Pé Boca e alguns casos começaram a surgir também em Fernandópolis. Por este motivo, a Secretaria Municipal de Saúde de Fernandópolis está intensificando a busca e acompanhamento dos casos da doença.


Hoje, Fernandópolis acompanha um surto com 12 crianças que foram acometidas pela síndrome, porém, a quantidade de casos confirmada no município pode ser maior, tendo em vista que o controle da doença passou a ser realizado a partir da semana passada, seguindo determinação do Grupo Regional de Vigilância Epidemiológica.


A Síndrome Mão Pé Boca, também chamada de doença Mão Pé Boca, é uma infecção viral contagiosa muito comum em crianças, que é caracterizada por pequenas feridas na cavidade oral e erupções nas mãos e nos pés. Na maioria dos casos, é uma doença branda e benigna, que desaparece espontaneamente após alguns dias sem causar nenhum tipo de complicação. O maior problema costuma ser o risco de desidratação, pois a dor de garganta pode fazer com que a criança pare de aceitar alimentos e líquidos.


De todas as principais causas de exantemas febris (febre + manchas vermelhas na pele), a doença Mão Pé Boca é uma das mais fáceis de ser diagnosticada, devido ao seu típico envolvimento da mucosa oral, solas dos pés e palmas das mãos. Ela ocorre frequentemente nas crianças com menos de 5 anos, mas pode, eventualmente, acometer adultos.


O vírus que causam a doença mão pé boca podem ser transmitidos por contato com secreções das vias respiratórias, secreções das feridas das mãos ou dos pés e pelo contato com fezes dos pacientes infectados. Isso significa que o Vírus Coxsackie (e os outros vírus causadores da SMPB) podem ser transmitidos nas seguintes situações: beijar alguém infectado; ter contato com secreções respiratórias, geralmente através da tosse ou espirro; beber água contaminada; apertar a mão de alguém contaminado; ingerir alimentos preparados por alguém infectado, que não tenha feito a higienização adequada das mãos; contato com brinquedos ou objetos que possam ter sido contaminados por mãos sujas; contato com roupas contaminadas; trocar fraldas de crianças contaminadas.


Geralmente, a fase de maior contágio da síndrome mão pé boca é durante a primeira semana de doença. Porém, mesmo após a cura, o paciente pode permanecer eliminando o vírus nas fezes, o que o mantém contagioso durante dias ou até semanas depois dos sintomas terem desaparecidos. A maioria dos adultos que se contamina com o Vírus Coxsackie não desenvolve sintomas, mas eles podem ser transmissores assintomáticos do vírus.





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