ENCONTRO

CREAS recebe representantes da OAB para debate sobre relações homoafetivas

CREAS recebe representantes da OAB para debate sobre relações homoafetivas

O momento foi de orientação e esclarecimento de dúvidas dos participantes e equipe presentes

O momento foi de orientação e esclarecimento de dúvidas dos participantes e equipe presentes

Publicada há 7 anos

SECOM


O intuito do grupo é realizar a busca ativa de pessoas/indivíduos que sofrem por discriminação 



O CREAS - Centro de Referência Especializado em Assistência Social recebeu, na noite da última quarta-feira, 11, duas representantes da OAB Fernandópolis. As doutoras Márcia Pontes, vice-presidente da 45ª Subseção e Brisa Teixeira Nunes Dias, da Comissão da Mulher Advogada realizaram uma roda de conversa com o grupo “Transcender”, com o tema “Relações Homoafetivas e Direitos Patrimoniais”.


O momento foi de orientação e esclarecimento de dúvidas dos participantes e equipe presentes. Na perspectiva de propagar informações sobre direitos, a possibilidade de um novo encontro foi citada, assim como possíveis temas para reflexão, sugeridos pelos próprios participantes.


O intuito do grupo, que foi criado em março de 2017, é realizar a busca ativa de pessoas/indivíduos que sofrem por discriminação em decorrência da sua orientação sexual. O vice-prefeito e secretário municipal de Assistência Social e Cidadania, Gustavo Pinato afirma que “esta ação veio para contribuir com a identificação de situações de direitos violados, buscando prevenir a reincidência de violações por meio de ambiente seguro pautado em posturas éticas profissionais”.


A atividade foi organizada pela assistente social Amanda Silva, que contou com o apoio da orientadora social Regiane, sob a coordenação de Caline Cebin.


SOBRE O GRUPO “TRANSCENDER”

O grupo faz parte do trabalho de Serviço da Proteção Social Especial do CREAS, tendo como objetivo a discussão sobre a discriminação quanto à orientação sexual, e/ou raça/etnia.


Nas reuniões, são abordados temas como: o uso do nome social, e como requerê-lo; vulnerabilidade e riscos familiares e/ou individual com perda ou fragilidade de vínculos afetivos; pertencimento e sociabilidade; exclusão pela pobreza ou no acesso às políticas públicas; e diferentes formas de violência vividas no cotidiano.

 

 

Fonte: Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania

 

 

 

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