RENDA EXTRA NA

Fernandopolenses apostam em lojas virtuais e investem no empreendedorismo

Publicada há 8 anos

Breno Guarnieri

Fernandopolenses apostam em lojas virtuais e investem no empreendedorismo

Suporte de cabides que o pai de Camila construiu para ela armazenar as roupas que vende pela internet



Alguns jovens de Fernandópolis estão apostando na oportunidade de negócios para garantir renda extra e faturar. Com o empreendedorismo em alta, as lojas virtuais estão se destacando e conquistando cada vez mais clientes no município.


“Minha família já trabalha com isso, porém, com loja física. Diante disso, eu comecei a frequentar o estabelecimento. Comecei a gostar e me interessei pela área também. Tenho uma relação de amor pelas minhas clientes e elas são tratadas como minhas amigas”, diz a universitária Camila Queiroz, 25 anos, que diferentemente de sua família optou por montar seu próprio negócio na internet.


De acordo com a jovem, sua loja virtual, denominada “Camila Queiroz Vestuário Feminino” pode ser encontrada nas redes sociais Facebook ou Instagram (@cqvestuario). “Lá, diariamente eu faço ‘posts’ de roupas e acessórios para as meninas conferirem. Via correio, já encaminhei produtos para vários lugares do Brasil. É uma excelente fonte de renda, pois não tenho despesas com aluguel, energia elétrica, água, entre outros tributos relacionados a uma empresa física”, declara Camila.


A internet colabora e muito com o crescimento das vendas, segundo a microempresária. “É muito rápido. Eu posto uma foto, em dez ou quinze minutos já vendo a roupa. Pretendo ampliar o negócio”, enfatiza.


MODA MASCULINA

Fábio Martins, 28 anos, ampliou os conhecimentos e resolveu abrir um espaço na internet para vender roupas Streetwear e diz que não se arrepende. “Percebi que havia uma necessidade em Fernandópolis desse estilo de roupas. Muitos amigos skatistas gostam desse estilo e me deram a ideia”, destaca.


Ao todo, já são mais de 800 seguidores em sua página oficial no Facebook que recebem diariamente novidades a respeito de roupas. “Atendo as necessidades de cada cliente. Caso não tenho a camiseta ou a bermuda que pedem, anoto o pedido e encomendo a roupa específica”, enfatiza.


Fábio afirma que o retorno financeiro é viável desde que ele se tornou um microempreendedor. “É visível à ampliação do negócio. Só preciso aliar tempo com disposição para o negócio crescer”, finaliza.


EMPREENDEDORISMO NA INTERNET

De acordo com o Sebrae, as áreas mais lucrativas na internet são alimentação, serviços de informática e comércio com ênfase em vestuário.


Para se tornar um microempreendedor individual é preciso ter um faturamento anual igual a R$ 60 mil por ano, não ser sócio de outra empresa e ter pelo menos um funcionário que receba salário mínimo ou o piso da categoria.


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