SAÚDE PÚBLICA

Secretaria de Saúde faz alerta sobre casos de leishmaniose

Publicada há 8 anos

Secom - Prefeitura de Fernandópolis Secretaria de Saúde faz alerta sobre casos de leishmaniose

Assunto foi debatido na reunião do Comitê de Mobilização para o Controle das Arboviroses



A leishmaniosevisceral é uma zoonose que, se não tratada, pode levar a óbito em até 90% dos casos.Os transmissores são insetos conhecidos popularmente como mosquito palha, asa-dura, tatuquiras, birigui, dentre outros.A prevenção ocorre por meio do combate ao inseto transmissor. Para evitar o aumento de casos em Fernandópolis, a Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Vigilância Epidemiológica, orienta a população a eliminar os lugares onde o vetor pode se procriar.


Os casos de leishmaniose começaram a surgir em Fernandópolis em 2015, quando uma pessoa teve a doença; em 2017 foram dois casos; em 2018 já há outras duas confirmações em humanos.Com relação aos cães, em 2017 foram realizados 1.448 exames, com 159 testes positivos e 103 deles confirmados; 75 animais precisaram sereutanasiados. Em 2018, 641 testes rápidos, com 106 positivos e 68 confirmados em segundo exame; 45 cães foram eutanasiados.


A leishmaniose visceral é uma doença infecciosa sistêmica, caracterizada por febre de longa duração, aumento do fígado e baço, perda de peso, fraqueza, redução da força muscular, anemia e outras manifestações.Pessoas residentes em áreas onde ocorrem casos de leishmaniose visceral, ao apresentarem esses sintomas, devem procurar o serviço de saúde mais próximo e o quanto antes, pois o diagnóstico e o tratamento precoce evitam o agravamento da doença, que pode ser fatal se não for tratada.


A doença é transmitida ao homem pela picada de fêmeas do inseto vetor infectado. No ambiente urbano, os cães são a principal fonte de infecção para o vetor.A transmissão acontece quando fêmeas infectadas picam cães ou outros animais infectados, e depois picam o homem.


PREVENÇÃO

A prevenção ocorre por meio do combate ao inseto transmissor. É possível mantê-lo longe, especialmente com o apoio da população, no que diz respeito à higiene ambiental. Essa limpeza deve ser feita por meio de:


Limpeza periódica dos quintais, retirada da matéria orgânica em decomposição (folhas, frutos, fezes de animais e outros entulhos que favoreçam a umidade do solo, locais onde os mosquitos se desenvolvem);


Destino adequado do lixo orgânico, a fim de impedir o desenvolvimento das larvas dos mosquitos;


Limpeza dos abrigos de animais domésticos, além da manutenção de animais domésticos distantes do domicílio, especialmente durante a noite, a fim de reduzir a atração dos flebotomíneos para dentro do domicílio.


últimas