O líder da propaganda nazista, Joseph Goebbels, afirmava que: “Verdade é tudo aquilo que é repetido várias vezes”.
Não há como não me recordar dessa frase, após o ocorrido na quinta-feira passada: o fascitóide criou um factoide. A facada desferida em Bolsonaro, a meu ver, foi um teatrinho. Digno de uma ópera bufa, de uma comédia de mal gosto. Faz-se numa quinta, assim, tem-se todo o final de semana para comentar o “caso”. Provoca-se uma “comoção nacional”. Muitos choram, rezam pela sua saúde.
Quem sabe – essa é a intenção – sobe nas pesquisas.
Todavia, há outro detalhe: os jornais noticiam que o candidato, acamado, fará campanha pelas redes sociais. Não dará a “cara para bater”. Fugirá de qualquer debate! Por que? É vazio. Não tem ideias, raciocínio, argumentos.
Faz campanha para néscios, como já afirmei, fala apenas aquilo que o povo quer ouvir: soluções fáceis para resoluções quase impossíveis. Simplismo e histeria.
Na sexta-feira só se falava no tema. Quantas vezes disseram o nome dessa criatura? Houve críticas?
Por que não houve um tratamento isonômico quando ocorreu o atentado contra a caravana de Lula?
Não estou a entrar em questões partidárias, antes que me acusem de tal.
Lula não é e não será candidato, como já se sabia há muito, em função da justiça(?).
Quero apenas enfatizar a afirmação do nazista.
A histeria impede ao menos essa ponderação.
Estamos às portas do caos. Lembra muito – novamente – a campanha que levou os nazistas ao poder.
Semelhante aos batedores de panela que, nesse instante, recolheram-se e não assumem a porcaria que fizeram.
O país piorou. Em todos os aspectos.
Ficará ainda pior.
Os cortes criminosos na área social comprovam.
O incêndio no museu é emblemático.
Não querem aprender com a história, com os erros do passado.
Esse filhote da ditadura caminha para “vencer” o pleito.
Esse é o meio.
E o fim?
“Não verás país nenhum”.