Parabenizo a todos os presentes no ato contra “o coisa”. Foi ótimo.
Li no site do MSN que o dono da Havan, o qual enriqueceu de forma ilícita, à custa de empréstimos do BNDS, transformados em uso pessoal, irresponsável e calhorda, afirma que: “ Se a esquerda vencer, demite quinze mil colaboradores”.
O argumentusinho canalha é o “risco da venezuelização do país”. Jesus e Genésio iguais.
Lembra o discurso do empresário Mario Amato – presidente da FIESP – em 1989, aterrorizando acerca de uma vitória de Lula. Dizia a época que: “Milhares de empresários deixariam o Brasil, caso o PT vencesse”.
Bem, venceu Collor. Lembram-se da merda que deu?
O cenário, nesse aspecto, é semelhante: a elite se borra de pensar na volta do PT. No entanto, há uma diferença crucial: o Partido dos Trabalhadores, está muito longe de ser uma agremiação de esquerda, para usar essa nomenclatura anacrônica. Hadad não é, em nenhuma hipótese, um socialista. Apenas ele e o partido, defendem um programa que pretende encurtar o abismo socioeconômico, sem tirar privilégios da elite econômica do Brasil. Democratizar o crédito. Mais nada.
O resto é antipetismo.
Não é meu intento defender essa ou aquela candidatura. Sim, falar contra o nefasto. Ele não!
Àqueles que quiserem me ler: muito obrigado. Pensem e reflitam.
Àqueles que não aceitam se quer pensar...
Quero muito estar completamente errado. Todavia, os rumos da História não nos deixam ilusões.
Após discursos salvacionistas e messiânicos, Collor, tomou posse em quinze de março de mil, novecentos e noventa. Decretou feriado bancário e tomou o dinheiro de todos.
Não chamava de confisco – foi -, prometia devolver em doze vezes, a partir de setembro.
O Brasil quebrou!
Desemprego, pobreza, miséria, desalento, desesperança...
Tudo isso em virtude de o eleitor escolher o mais fácil, o mais aparentemente adequado.
“O tempo é senhor da razão”. (Vaclav Ravel)