Mariangela Ange

Passos para despertar

Passos para despertar

Por Mariangela Angelucci - Psicóloga Clínica, Palestrante, Coach Vocacional e Terapeuta Reikiana

Por Mariangela Angelucci - Psicóloga Clínica, Palestrante, Coach Vocacional e Terapeuta Reikiana

Publicada há 7 anos

Não existem “os outros”!

Existe apenas “eu”!

Tudo o que enxergo no outro sou eu.

Se recebo, sou eu quem dou a mim.

Se entrego, entrego de volta a mim.

Se confio, confio em mim.

Se aceito, aceito de mim.

Se ataco, de quem será que me defendo!?

Se condeno, qual foi minha própria sentença!?

Se desconfio, o que se pode esperar de mim!?

Se humilho, com certeza sofrerei bem mais diante da minha auto humilhação.

Quando reclamo da desatenção do outro, olho ao meu redor.

Quando reclamo da solidão, conto a quantidade de chamadas efetuadas no meu celular.

Quando saboto o meu parceiro, me lembro do conselho de olhar pra cima antes de contar as vantagens, as ruas da cidade tem muitos buracos, certamente posso tropeçar em um deles antes de usufruir da minha própria maldade.

Culpa não vai me livrar da pena.

Dó não vai me livrar da culpa.

Só o perdão pode me salvar de mim mesmo.

Só o amor pode me devolver a mim mesmo.

Quando penso que o outro é que não me ama, refaço a cena e me pergunto: Por que é que eu não estou querendo receber amor?!

Tudo o que vejo, se constrói de dentro para fora.

Só enxergo no meu mundo externo, aquilo que, primeiramente, foi percebido no meu mundo interno.

Existe uma lei que poucos conhecem chamada “Lei do Mínimo Esforço”. Algumas pessoas usufruem dela, pois fazem exatamente o que precisa ser feito e aceitam exatamente as coisas como são.

Para ser possível estar em perfeita harmonia com a lei do mínimo esforço, é imprescindível esse autoconhecimento acerca de que, aquilo que acontece fora de mim, antes de tudo, já aconteceu dentro de mim.

As bases para a lei do mínimo esforço se consolidar são: Aceitação; Autorresponsabilidade e Indefensibilidade.

ACEITAÇÃO; Aceitar as coisas, pessoas, situações, sejam elas quais forem, exatamente como elas são e não ficar preso àquilo que eu gostaria que fosse;

AUTORRESPONSABILIDADE; Entender que tudo o que acontece ao meu redor, foi eu mesmo quem criei. Não culpar ninguém ou alguma coisa pelos meus infortúnios. Quando entro nesse quadrante, percebo que toda situação a qual sou exposto, me trás uma lição, uma oportunidade de evoluir. A consciência e possibilidade de enxergar essas oportunidades, só se faz presente quando eu aceito e me responsabilizo pelas minhas escolhas;

INDEFENSIBILIDADE; Desistir daquela atitude de ter que provar que o meu ponto de vista é o certo e que o de outros é o errado. Ao ponto que alcanço esse estado de espírito, sou capaz de permanecer aberto a todos os pontos de vista que me são apresentados e, com isso, estarei sempre evoluindo.

Ser livre é amar a todos como amamos a nós mesmos, pois todos são partes fragmentadas do nosso próprio eu.

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