VAGATOMIA

Universidade Brasil solta nota sobre decisão do MEC de fechar curso de Medicina

Texto foi encaminhado ao corpo docente, alunos e público em geral

Texto foi encaminhado ao corpo docente, alunos e público em geral

Publicada há 6 anos

Da Redação

A Universidade Brasil emitiu, há instantes, um comunicado sobre o Despacho publicado nessa terça-feira, 31, onde o MEC desativa o curso de Medicina da instituição.

A universidade afirma que “todas as medidas legais estão sendo tomadas para equacionar esse quadro”.

Confira o texto na íntegra

AO NOSSO CORPO DOCENTE, ALUNOS, COLABORADORES, COMUNIDADE ACADÊMICA E AO PÚBLICO EM GERAL

O curso de Medicina da Universidade Brasil, com mais de 23 anos e nota 4 na avaliação do MEC, recebeu nesta data, com absoluta consternação e inconformismo, a decisão administrativa do Secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC determinando sua desativação no campus Fernandópolis da Universidade Brasil.

No momento crítico da pandemia mundial do novo coronavírus-COVID-19, em que os serviços técnicos da ciência e da medicina se fazem fundamentais para o controle dessa doença que já causou mais de 40 mil mortes no planeta, a medida extrema, exarada em face de processo administrativo que tem sido objeto de discussão multidisciplinar nas esferas competentes do MEC, causa perplexidade ímpar ao meio acadêmico, impondo-nos refletir com sensatez e equilíbrio, exigindo nossos melhores esforços no sentido de esclarecer fatos e demonstrar a absoluta lisura e regularidade do curso de Medicina objeto da decisão.

No ideal de formar profissionais de alto gabarito e cooperar com o país no enfrentamento ao Covid-19, nossos alunos poderão contribuir com o conhecimento médico adquirido para conter a expansão do vírus e, assim, integrar-se à sociedade brasileira com o melhor que a Universidade possui como fator de ciência e de conhecimento.

Assim, reiteramos ao nosso corpo docente, discente e demais colaboradores que todas as medidas legais estão sendo tomadas para equacionar esse quadro, ao tempo em que reafirmamos o compromisso de prover e controlar os processos estudantis em andamento, de modo a não gerar prejuízo a nenhum estudante enquanto perdurar a decisão do MEC.

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