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Pai esclarece motivo da viagem: 'fui ao sepultamento de meu avô'

Pai esclarece motivo da viagem: 'fui ao sepultamento de meu avô'

Gonzalo mostra a certidão de óbito do avô e conversas no whatsapp

Gonzalo mostra a certidão de óbito do avô e conversas no whatsapp

Publicada há 9 anos

 

Gonzalo mostra conversas no whatsapp com a professora da filha, que estuda em Fernandópolis há 7 meses, e também a certidão de óbito do avô



Por João Leonel 


Assim como noticiado ontem aqui no OExtra.net, pai e filha retornaram da Bolívia neste sábado (20). A família já está reunida novamente, e o caso agora deverá ser brevemente encerrado pelo delegado que responde interinamente na Delegacia do Direito da Mulher de Fernandópolis, onde foi registrado um boletim de ocorrência sobre “sequestro e cárcere privado”. Esta é a versão apresentada à Reportagem por Gonzalo Orlando Candia Azero, que vive há mais de 7 anos com Karoline Emilia Pegaini Marqui. O jovem casal não se entendia acerca da viagem que Gonzalo teria que fazer na quarta-feira (17), para acompanhar o sepultamento do avô, Mario Lucio Azero Sanzetena, de 91 anos, que faleceu em Cochabamba, na Bolívia. De acordo com Gonzalo, este seu desentendimento com Karoline, sobre sua viagem com a filha para Bolívia, é que acabou culminando na atitude de sua mulher em denunciar o sequestgro. “Nós vivemos juntos há 7 anos, desde que nos conhecemos na Bolívia, onde ela foi estudar Medicina. Estamos no Brasil desde o início do ano para que ela faça o curso complementar de Medicina”, disse Gonzalo, referindo-se ao Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras, também denominado Revalida. Karoline é natural de Cáceres/MT, na fronteira com a Bolívia. “Estamos em Fernandópolis, uma cidade onde não temos familiares nem amigos, e eu cuido da nossa filha, pois a ‘Karol’ estuda e ainda faz a residência médica. Ela está estudando e trabalhando, e, como mantenho um site de vendas de roupas pela internet, tenho tempo para ficar com a Isabelly. Quando soube do falecimento do meu avô, decidi ir para Bolívia, a ‘Karol’ parece não ter acreditado que eu iria, pois voltamos de lá não faz muito tempo. Mas eu tinha que ir, e não tinha com quem deixar nossa filha. Foi tudo um equívoco, mas que já está sendo resolvido”, declarou Gonzalo, em entrevista exclusiva no escritório de seu advogado, Reinaldo Cangueiro. Ainda de acordo com Gonzalo, ele e a mulher pretendem permanecer em Fernandópolis até o final do ano, quando Karoline concluirá o Revalida na Unicastelo. Um retorno a Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, onde têm sua casa e residem há mais de 7 anos, está previsto, mas também estudam voltar ao Brasil para que Karoline inicia sua vida profissional em território brasileiro.



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