CRIME

Acusados de homicídio e tentativa de assassinato vão a júri popular

Juiz Vinícius Castrequini designou o dia 2 de março para o julgamento

Juiz Vinícius Castrequini designou o dia 2 de março para o julgamento

Publicada há 9 anos

Walter Duarte


O juiz Vinícius Castrequini Bufulin, presidente do Tribunal do Júri da Comarca de Fernandópolis, designou o dia 2 de março para o julgamento dos dois acusados por um homicídio e uma tentativa de assassinato durante briga generalizada que se iniciou no Buteko Santo Antonio, localizado na Avenida dos Arnaldos, na madrugada do dia 27 de fevereiro do ano passado. D.S.C.J. é acusado pela morte de Luís Cláudio Assis Pereira e C.C.G.R. por tentar matar Edson Pereira de Oliveira. Os dois respondem presos ao processo e, se condenados, podem iniciar o cumprimento da pena imediatamente. As duas defesas alegam inocência.

Segundo a denúncia, os crimes aconteceram após uma briga iniciada nas dependências do bar. Um dos integrantes do grupo que estava com D.S.C.J. teria esbarrado em Luís Cláudio, o que desencadeou a confusão com arremesso de cadeiras e garrafas de cerveja.

De acordo com o Ministério Público, D.S.C.J. matou a vítima com uma facada no tórax. Depois disso, teria ajudado C.C.G.R. a espancar Edson até que, caído no chão, ele também fosse esfaqueado. Além do homicídio e da tentativa, a promotoria acrescentou à denúncia as qualificadoras que podem aumentar as penas em caso de condenação. Segundo o MP, os crimes foram cometidos por motivo fútil (uma briga de bar) e com recurso que dificultou a defesa da vítima.

A BRIGA

Num primeiro momento, segundo apurou “O Extra.net”, quatro jovens votuporanguenses partem para cima de uma turma de amigos de Fernandópolis, ainda no interior do Buteko Santo Antonio, quando empurrões, garrafadas, socos, pontapés e uma verdadeira “chuva de cadeiradas” foram registrados. Este foi o início da briga, motivada por um simples “esbarrão”. Diversos envolvidos, tanto de Fernandópolis quanto de Votuporanga, puderam ser identificados. Os jovens das “duas turmas” pagaram suas contas e saíram do bar, mas não foram embora, permanecendo discutindo em frente ao estabelecimento. Logo em seguida, uma segunda briga tem início, quando Luís Cláudio e Edson Pereira acabaram atingidos por facadas.

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