Por Walter Duarte
Um requerimento da vereadora Maiza Rio (PSDB) causou intensa discussão na sessão desta terça-feira, dia 7, da Câmara de Fernandópolis. A parlamentar quer que a Prefeitura informe o custo de manutenção da UPA (Unidade de Pronto Atendimento), em funcionamento desde o segundo semestre do ano passado.
O requerimento pede que a administração discrimine os gastos com pessoal, médicos e insumos. Maiza quer saber ainda se os governos estadual e federal repassam recursos para a UPA.
"O objetivo é saber o que é mais viável para o município. Se manter a UPA ou ajudar a Santa Casa", afirmou a vereadora.
O presidente da Câmara, Étore Baroni (PSDB), usou a tribuna para questionar a opção pela UPA. "Eu avisei, desde o começo, de que seria difícil manter os dois serviços", resumiu.
Histórico
Até a abertura da UPA, a Santa Casa de Fernandópolis recebia R$ 180 mil por mês da Prefeitura para manutenção do pronto-socorro. O repasse foi interrompido em setembro.
Três meses depois a então provedora do hospital Sandra Godoy anunciou o fechamento do PS por falta de repasses dos municípios que utilizam o serviço. A decisão foi revista por Edilberto Sartin, provedor que assumiu o comando da entidade após a renúncia de Sandra.