Assessoria de Imprensa da Câmara de Fernandópolis
O requerimento de nº 99/2017, de autoria da vereadora Neide Garcia, foi o destaque da última sessão ordinária, realizada na terça-feira. O assunto é um dos assuntos mais delicados enfrentados pelo prefeito André Pessuto: a Unidade de Pronto Atendimento – UPA.
A vereadora quer informações da Prefeitura quanto a providências com relação à melhoria do atendimento e dos serviços prestados pela UPA. “Fiz esse requerimento porque tenho recebido constantes reclamações desse órgão público, e gostaria que fossem tomadas providências, como a exigência de profissional capacitado, com pós-graduação em primeiros socorros, urgência e emergência”, falou a vereadora.
O presidente da Câmara, vereador Étore Baroni, lembrou que sempre foi contra a instalação da UPA. “Não pelo atendimento, até porque os funcionários que estão lá, da Prefeitura, estão se dedicando ao máximo, mas pela estrutura, que está falha, na questão de aparelhos. A UPA pra mim foi uma coisa que mandaram pra gente engolir goela abaixo, um verdadeiro presente de grego”, destacou Baroni.
A vereadora Janaina, funcionária municipal da área da Saúde, disse que precisa “tirar o chapéu” para o Prefeito André Pessuto, por ele ter encarado a situação da UPA, que foi aberta de forma indevida. “Estamos fazendo a capacitação com os funcionários e analisando a contratação desses médicos, das empresas que foram contratadas. Todos os contratos vão ser analisados, porque o médico deve ter uma residência”, disse Janaina.
“Muitas reclamações chegam até mim sobre a UPA, já que trabalho na Santa Casa, mas já que foi instalada, temos que correr atrás para melhorar”, falou o vereador Cidinho.
O vereador Antônio Finoto também destacou a coragem do prefeito André Pessuto. “Tem que ter muito peito para segurar a UPA, porque é um prejuízo muito grande para a cidade, com um gasto de R$700 mil, sendo que recebe repasse do governo de apenas R$250 mil”, explicou Finoto.