POLICIAL
Ossada encontrada em Fernandópolis pertence a desaparecida em 2025
Ossada encontrada em Fernandópolis pertence a desaparecida em 2025
Identificação de mulher de Ilha Soleira foi confirmada pela Polícia Civil após exame de DNA
Identificação de mulher de Ilha Soleira foi confirmada pela Polícia Civil após exame de DNA

Foto: Reprodução / Fonte: Facebook
Da Redação
A Polícia Civil do Estado de São Paulo (PC-SP) confirmou que a ossada humana localizada na zona rural de Fernandópolis pertence a Pryscila Karla Zacarias dos Santos, de 32 anos, moradora de Ilha Solteira que estava desaparecida desde dezembro de 2025. A confirmação foi comunicada à família da vítima na tarde desta segunda-feira (10).
Os restos mortais foram encontrados no dia 12 de fevereiro de 2026, após as forças de segurança receberem uma denúncia anônima encaminhada à Polícia Militar. Durante as buscas, os agentes localizaram os ossos acompanhados de documentos pessoais e outros pertences que seriam de Pryscila.
A identificação oficial foi possível por meio de exame de DNA. A mãe da vítima chegou a fornecer material genético para a realização do exame, sem saber, naquele momento, que a ossada e os documentos da filha já haviam sido encontrados.
As investigações permaneceram sob sigilo ao longo dos últimos meses. Com a confirmação da identidade, o caso segue sendo apurado pela Polícia Civil, que busca esclarecer as circunstâncias da morte e de que forma Pryscila foi parar no local onde os restos mortais foram encontrados.
Pryscila estava desaparecida desde a tarde de 23 de dezembro de 2025. O desaparecimento foi registrado oficialmente pela família na Delegacia de Polícia de Ilha Solteira.
Segundo informações constantes no boletim de ocorrência, os pais da mulher relataram que não tinham mais notícias da filha desde aquela data.
Ainda conforme o registro policial, Pryscila vivia em união estável havia mais de um ano com um homem de 40 anos. O companheiro teria informado aos pais da mulher que o casal havia se desentendido e que, após uma discussão, Pryscila teria arrumado as malas e deixado a residência onde moravam.
Desde então, a mãe relatava não ter conseguido mais contato com a filha, o que provocou preocupação entre familiares e amigos.
Após o registro do desaparecimento, familiares passaram a utilizar as redes sociais para divulgar informações e tentar localizar Pryscila.
A confirmação da identidade da ossada encerra a busca pelo paradeiro da mulher, mas abre uma nova etapa das investigações, que deverão apontar as circunstâncias e as causas da morte.