NOVOS ARES!
Atritos com a torcida fernandopolense, que cobrava maior comprometimento, fizeram parte da rotina do jogador durante a campanha na Série A3, que culminou com a Águia rebaixada à Quarta Divisão do
Atritos com a torcida fernandopolense, que cobrava maior comprometimento, fizeram parte da rotina do jogador durante a campanha na Série A3, que culminou com a Águia rebaixada à Quarta Divisão do
Por Breno Guarnieri
O centroavante Billy deixou o Fernandópolis Futebol Clube (Fefecê) no fim do Campeonato Paulista da Série A3 de 2016. Participante de uma péssima campanha da Águia na competição, na qual culminou com o rebaixamento à Quarta Divisão, o jogador deu a volta por cima e, após passagem pelo Toledo, que disputou a 1ª Divisão do Paranaense no início da temporada, foi contratado pelo Taubaté para a disputa da Copa Paulista, a ser realizada no segundo semestre de 2017.
Além do Fefecê, Billy já jogou por diversos clubes do Estado de São Paulo. No ano passado, por exemplo, foi um dos principais artilheiros da Quarta Divisão pelo Vocem, de Assis. Antes, figurou na lista de artilheiros da Série A3 por Flamengo, Itapirense e Santacruzense, além de ser o artilheiro máximo da A3 de 2012 pelo Guaçuano.
"Sou um cara rápido, que finalizo bem e gosto de fazer gols. Minha característica é de ficar dentro da área, mas saindo, vindo jogar. A torcida pode ter certeza que vou me doar muito, que eu e meus companheiros vamos lutar para tentar o título ", disse o novo atacante do Burrão.
O Taubaté estreia na Copa Paulista, na sexta-feira, às 20h, contra o Juventus, no Joaquinzão.
PASSAGEM PELA ÁGUIA
O Fefecê é um time que claramente mexe com Billy. O atleta de 29 anos, que já jogou por 17 clubes do futebol brasileiro, atuou por duas temporadas pela Águia. Em 2015, participou do vice-campeonato da Quarta Divisão Paulista, anotando 9 gols em 12 jogos. Na oportunidade, Billy chegou na segunda fase da competição e logo virou titular, caindo nas graças da torcida.
Já em 2016, na Série A3, o centroavante não teve o mesmo desempenho em campo. Não sabendo assimilar as críticas da torcida, Billy mostrava bastante nervosismo em algumas partidas no municipal Cláudio Rodante, sendo até expulso em uma delas, por agressão ao adversário. Discussões com a torcida, que cobrava maior comprometimento, fizeram parte da rotina de Billy durante a A3.
De fato, sua passagem pelo clube não foi como o esperado e ele acredita que as trocas de jogadores e comissão técnica foram fatores determinantes para o rebaixamento da Águia.

Billy jogou por duas temporadas pelo Fefecê