AEDES AEGYPTI

Casos de dengue continuam baixos, mas agentes ainda encontram larvas

Casos de dengue continuam baixos, mas agentes ainda encontram larvas

Comitê de Mobilização para o Controle de Dengue debateu assunto em reunião na quinta-feira, 03

Comitê de Mobilização para o Controle de Dengue debateu assunto em reunião na quinta-feira, 03

Publicada há 8 anos

SECOM 


A quantidade de casos de dengue em Fernandópolis continua baixa, em 2017 a Secretaria Municipal de Saúde confirmou até o momento sete pessoas com a doença, o problema é que mesmo com o tempo seco, os agentes de controle de vetores têm encontrado larvas do mosquito, especialmente nas áreas internas das residências.


“Temos intensificado a divulgação do combate ao Aedes aegypti e precisamos da colaboração dos moradores. Nossa preocupação é que, com a quantidade baixa de doentes, os cidadãos deixem de tomar os cuidados necessários para acabar com o mosquito. Os moradores precisam continuar fazendo sua parte”, explicou Fabiana Pietrobon Lavezo, coordenadora da Vigilância em Saúde no município.


Em julho foi realizada no município a avaliação de densidade larvária em 1.949 imóveis, sendo encontrados 11 recipientes com larvas do mosquito da dengue. O índice Breteau ficou em 0,8; este índice consiste na avaliação dos níveis de infestação de uma determinada área geográfica num dado momento. O nível tolerado é de até 0,9, sendo 1,0 considerado estado de alerta.

A prevenção ao Aedes aegypti é essencial porque ele também é o transmissor do Zika Vírus e da Chikungunya. Para evitar estas doenças, basta eliminar os recipientes que acumulam água nos quintais e imóveis.  


Zika Vírus

 

Em 2017, Fernandópolis ainda não tem casos confirmados de Zika Vírus.


 

Chikungunya

 

Já a Chikungunya tem preocupado um pouco mais, pois dos 24 exames já realizados, cinco tiveram resultados positivos para a doença, sendo um no mês de abril, um em maio, um em junho e dois em julho.


Reunião do Comitê de Mobilização para o Controle de Dengue 





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