PREVENÇÃO

Secretaria de Saúde realiza palestras sobre leishmaniose

Secretaria de Saúde realiza palestras sobre leishmaniose

Encontros nos ‘Cras’ orientam cuidados que os moradores devem ter para evitar a doença

Encontros nos ‘Cras’ orientam cuidados que os moradores devem ter para evitar a doença

Publicada há 8 anos

SECOM 



Com o objetivo de levar mais conhecimento aos moradores e evitar o aumento da doença na cidade, a Secretaria Municipal de Saúde de Fernandópolis realiza ao longo deste mês de agosto uma série de palestras sobre leishmaniose para a população atendida pelos Cras (Centros de Referência de Assistência Social) e também no distrito de Brasitânia.


Fernandópolis tem a confirmação, até o momento neste ano, de 21 casos de leishmaniose em cães e um em humano. Para evitar o aumento da doença na cidade é essencial o apoio da população, no que diz respeito à higiene ambiental.


Nas palestras, a enfermeira Aline Furlan, da Vigilância Epidemiológica, explica que é recomendada a limpeza periódica dos quintais, com a retirada da matéria orgânica em decomposição (folhas, frutos, fezes de animais e outros entulhos que favoreçam a umidade do solo) e destino adequado do lixo orgânico, a fim de impedir o desenvolvimento das formas imaturas do transmissor da doença; a limpeza dos abrigos de animais domésticos; bem como a manutenção de animais domésticos distantes do domicílio, especialmente durante a noite, de modo a reduzir a atração domosquito palha para dentro do domicílio.


A leishmaniose visceral era, primariamente, uma zoonose caracterizada como doença de caráter eminentemente rural. Mais recentemente, vem se expandindo para áreas urbanas de médio e grande porte e se tornou crescente problema de saúde pública no país e em outras áreas do continente americano. É uma doença sistêmica, caracterizada por febre de longa duração, perda de peso, perda ou diminuição da força física, debilidade, fraqueza, prostração e anemia, dentre outras manifestações. Quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% dos casos.


A doença é transmitida ao homem e aos cães pela picada de fêmeas do inseto vetor infectado. No Brasil, a principal espécie responsável pela transmissão é o mosquito-palha.No ambiente urbano, o cão é a principal fonte de infecção para o vetor, podendo desenvolver os sintomas da doença, que são: emagrecimento, queda de pelos, crescimento e deformação das unhas, paralisia de membros posteriores, desnutrição, entre outros.



CALENDÁRIO DE PALESTRAS SOBRE LEISHMANIOSE NOS CRAS

DATA

HORÁRIO

LOCAL

15/08/2017
8:30
CRAS I
15/08/2017
13:30
CRAS IV
16/08/2017
8:30
CRAS II
17/08/2017
14:00
CRAS II
23/08/2017
8:00
CRAS I
23/08/2017
14:00
CRAS III
23/08/2017
15:30
CRAS IV
24/08/2017
8:00
CRAS I
25/08/2017
15:30
CRAS IV
29/08/2017
9:00
CRAS II – BRASITÂNIA
30/08/2017
9:30
CRAS IV
30/08/2017
10:30
CRAS IV
31/08/2017
8:30
CRAS IV

 

 

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