PREVENÇÃO

Centro de Zoonoses faz exames de leishmaniose em cães na zona norte

Fernandópolis tem confirmados neste ano 53 casos da doença

Fernandópolis tem confirmados neste ano 53 casos da doença

Publicada há 8 anos

Centro de Zoonoses faz exames de leishmaniose em cães na zona norte

Ação acontece no Jardim Araguaia na quarta-feira, nohorto na quinta-feira, e na praça da Cohab Antônio Brandini, na sexta



SECOM


A equipe do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de Fernandópolis faz um trabalho nesta semana para detectar casos de leishmaniose em cães na zona norte da cidade. A ação acontece em plantões de 20 a 22 de dezembro, das 8 às 11h.

Na quarta-feira, 20, o atendimento será na pracinha do triângulo, no Jardim Araguaia; na quinta-feira, 21, no “Centro de Educação Ambiental Macaco Prego”, no Horto Florestal; e na sexta-feira, 22, na praça da Cohab Antônio Brandini, ao lado do supermercado Pessoto.


O material coletado passará por teste rápido realizado pelo Centro de Zoonoses. Os casos positivos de leishmaniose serão novamente examinados pelo IAL (Instituto Adolfo Lutz) para a confirmação da doença. Quem quiser, também pode levar o seu animal de estimação para ser examinado no Centro de Zoonoses, fora dos dias desta ação, na avenidaLitérioGrecco, 300, Vila São Fernando, nos fundos da Escola Municipal de Ensino Fundamental e Agrícola Melvin Jones, das 8h às 12h e das 14h às 16h.


Fernandópolis tem confirmados neste ano 53 casos de leishmaniose em cães e um em humano.


Sobre a leishmaniose

A leishmaniose visceral é uma doença infecciosa, causada por um parasita denominado leishmaniachagasi e transmitida pelo inseto conhecido como “mosquito palha”.

O cão doméstico é a principal fonte de infecção, podendo ficar anos sem apresentar sintomas clínicos. A fêmea do mosquito palha se infecta ao picar um cão contaminado com o parasito e passa a transmiti-lo a outros cães e humanos na próxima picada.

Para se detectar a doença nos animais e nas pessoas são utilizados exames laboratoriais específicos. O diagnóstico e o tratamento precoce das pessoas visam à cura da doença. Já para os cães, o Ministério da Saúde não recomenda o tratamento, devendo ser eutanasiados.


Prevenção

Manter a poda de árvores, folhagens e grama dos quintais;

Manter quintais, estábulos e galinheiros limpos e livres de folhas, frutos e fezes;

Manter galinheiros e abrigos de animais afastados da casa;

Se possível colocar telas finas nas portas e janelas;

Manter a saúde e a higiene de seus animais, usando coleirarepelente de insetos e não permitindo que o cão fique solto nas ruas;

Embalar em sacos plásticos e colocar para coleta a matéria orgânica (folhas, frutos e fezes) retirados dos quintais, estábulos e galinheiros.

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