Já diz o provérbio: “Podemos escolher o que plantamos, mas somos obrigados a colher o que semeamos“. Se analisarmos a fundo essa máxima, veremos o quanto ela é verdadeira e merece uma intensa reflexão, afinal, um simples ato impensável pode nos levar a colher amargos frutos e difíceis de serem digeridos.
A vida é um reflexo do que fazemos. Se agirmos de forma coerente com nossos princípios, com o que acreditamos, de uma forma honesta com a gente mesmo e com os outros, as coisas ficam muito mais fáceis e melhores.
A todo instante teremos que lidar com uma infinidade de decisões que precisam ser tomadas, todos os dias fazemos escolhas, sejam grandes ou pequenas elas afetam nossa vida de alguma forma. Tomar uma decisão é um processo que pede muita reflexão, honestidade e coragem, cada escolha exige questionamentos próprios. Quando tomarmos uma decisão precisamos fazer uma pergunta a nós mesmos: “Quais serão as consequências da escolha que estou fazendo? Ela trará felicidade a mim e aos outros ao meu redor”?
É claro que muitas vezes os problemas surgirão, seremos vítimas de erros alheios e eventualmente podemos ser prejudicados por esses atos, por ações não merecidas, mas agindo com sabedoria, pagando o mal com o bem, sempre haverá a resolução das injustiças. Somente os nobres conseguem superar a dor e as dificuldades plantando boas sementes e bons sentimentos. Tudo o que fazemos é semente: palavras, pensamentos, dinheiro, atitudes, tudo é semente que dará frutos.
Somos livres para lançar e cultivar as sementes que desejarmos, mas somos prisioneiros de sua colheita! Que sejamos sábios na escolha das sementes que plantamos, das sementes que confiamos e das sementes que cultivamos! Que nossas escolhas rendam bons frutos para nós e para aqueles que nos rodeiam!
“Aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gálata 6-7).