PENSAMENTO DA SEMANA

"Ambiente limpo não é o que mais se limpa e sim o que menos se suja".
Chico Xavier
MINUTINHO
fazer o vem sem olhar...
Fazer o bem sem ostentação é grande mérito. A mais bela das ações. Ainda mais meritório é ocultar a mão que dá. Constitui marca de grande superioridade moral, aplaudível por Deus.
Não saber a mão esquerda o que dá a mão direita é uma mensagem que caracteriza admiravelmente esse tipo de benefício e o valoriza ainda mais sob o manto Divino.
Óbvio que qualquer tipo de conduta ativa é mais valorosa que nada fazer, que a ninguém beneficiar. Antes “doar com interesses outros” que ignorar a dor do próximo.
O problema é uma questão de beneficiários. Se a ação voluntária visa somente o bem do irmão sofredor, ela beneficia a ambos: doador e donatário; já se é motivada por outros sentidos (para “se aparecer” perante a mídia, a sociedade; para humilhar ainda mais o beneficiário; para demonstração de poder e força; em troca de favores políticos), certamente que só a um provém: àquele que recebe.
Quando, ao demais, se o benefício tem por objetivo maior atender à necessidade de um eventual desafeto, de alguém com quem ainda tenhamos “rugas”, contas a acertar, torna-se ainda mais meritório. Se não constranger o beneficiado, nem impor-lhe condições vexatórias ou ter motivações pessoais escusas, ainda melhor!
A criatura demonstra, com tal atitude, estar acima do comum da humanidade e, por consequência, sua colheita há de ser eivada de melhores frutos.

Pense bem! Sempre que possível fazer o bem sem olhar a quem e sem “segundas” intenções é a consagração, na Terra, de todos os Dez Mandamentos em uma singela frase: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Lembre-se que doar não é um ato entre você e o beneficiário. Doar é um ato de você para com Deus! Que essa lição não caia no seu esquecimento, e, tanto quanto possível, lhe sirva de inspiração e exemplo.
Clarius
CRÔNICA
A escolha do imperador
Um imperador chinês estava morrendo e não tinha nenhum filho para assumir o trono. Decidiu então escolher um entre milhares de chineses “comuns” para substituí-lo. Assim, reuniu todos seus súditos em frente ao palácio e deu a cada um deles uma semente de flores distintas. Aquele súdito que plantasse a semente, cuidasse dela com muito carinho e um ano depois apresentasse a mais bela das flores seria o próximo Imperador da China. Na data marcada, na praça em frente ao palácio, havia milhares de chineses com vasos lindos e flores ainda mais belas - azuis, rosas e amarelas -... O Imperador então se levantou e foi até a multidão. Caminhou durante uma hora no meio daquelas flores maravilhosas. Foi então que escutou um pequeno menino agachado, chorando. Perguntou a ele o que havia. O pequeno chinesinho mostrou um vaso feio, somente com terra e sem nenhum sinal de alguma flor. Disse ao imperador que havia plantado a semente e nada havia acontecido. Trocara a terra e pusera mais água e nada mudou. A planta simplesmente não nasceu. O Imperador então voltou ao seu trono e anunciou que o rapaz que estava chorando herdaria seu trono, pois havia distribuído sementes secas e mortas a todos. A honestidade e a coragem do rapaz o fizeram tomar tal decisão.
Autoria desconhecida.
Autoria desconhecida