80 ANOS DE PRIS

Justiça condena integrante de quadrilha que explodiu caixa eletrônico

Justiça condena integrante de quadrilha que explodiu caixa eletrônico

Condenação foi por organização criminosa, roubo, tentativa de latrocínio e por provocar explosão

Condenação foi por organização criminosa, roubo, tentativa de latrocínio e por provocar explosão

Publicada há 8 anos

Breno Guarnieri  


A Justiça condenou, nesta semana, a 80 anos de prisão um dos integrantes do grupo que explodiu um caixa eletrônico no Shopping Center Fernandópolis, na madrugada do dia 11 de novembro de 2016. Além da prisão, A.M.R. deve pagar multa por integrar organização criminosa, roubo, tentativa de latrocínio e por provocar explosão. De acordo com a sentença, ele deve começar a cumprir a pena em regime fechado.


O CRIME

No dia do crime, o grupo arrombou a porta do Shopping, chegou até o caixa eletrônico e roubou mais de R$ 170 mil, de acordo com a Polícia. Câmeras do local registraram a ação dos ladrões.


O caixa explodido ficava na praça de alimentação do Shopping e a explosão foi tão forte que a porta de acesso ao compartimento foi arrancada. Parte da parede e o vidro da bilheteria do cinema também quebraram. Toda a ação durou menos de dez minutos.


CENÁRIO DE GUERRA 

Testemunhas perceberam a ação dos ladrões e acionaram a Polícia Militar. Quando os policiais chegaram, criminosos, que estavam do lado de fora e vigiavam o perímetro, atacaram três viaturas com tiros de fuzis. Houve uma intensa troca de tiros. Uma das viaturas caiu em uma ribanceira e outros dois policiais ficaram feridos no acidente. Os criminosos fugiram e, durante a fuga, atiraram ainda mais nos policiais.


MORTE DE POLICIAL

No “meio do caos”, o cabo da PM Cláudio Roberto Florindo da Silva foi atingido na parte de trás do ombro esquerdo. Cláudio ficou com estilhaços de bala alojados no local, passou por cirurgia na Santa Casa de Fernandópolis e morreu dias depois de receber alta hospitalar em decorrência do ferimento. O cabo deixou a mulher e duas filhas.


No exame de balística feito pela Polícia Científica ficou comprovado que o disparo que atingiu Cláudio foi efetuado por outro PM que o acompanhava naquele dia.


 Caixa eletrônico ficou destruído após ação criminosa 





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