
Assessoria de imprensa
A Prefeitura de Fernandópolis e a Secretaria Municipal de Saúde dão início na próxima segunda-feira, dia 21, às atividades locais da Semana Estadual de Combate ao Aedes Aegypti. O objetivo da campanha é promover um esforço simultâneo do poder público e da população para reduzir níveis de infestação do mosquito, que transmite a dengue, chikungunya e o vírus Zika. As atividades se estendem até a sexta-feira, dia 25.
No dia 21, profissionais da Vigilância Epidemiológica estarão nas emissoras de rádio do município para uma roda de entrevistas sobre as ações que cada cidadão pode adotar em sua casa ou local de trabalho para combater essas doenças.
Na quarta-feira, dia 23, a Secretaria de Saúde realiza uma capacitação especial dos servidores para atuar no período. No dia seguinte começa a panfletagem em semáforos e nas principais vias de Fernandópolis.
O período do ano em que a campanha é realizada antecede a temporada de chuvas mais intensas no estado de São Paulo, que é a época mais favorável à proliferação do vetor.
A água acumulada atrai a fêmea dos mosquitos que colocam seus ovos nas paredes dos recipientes. Quando em contato com a água, as larvas eclodem dos ovos e inicia-se o ciclo biológico do mosquito que no verão é mais rápido, geralmente uma semana entre o ovo e o mosquito adulto.
A recomendação é para que cada morador faça uma vistoria em seu imóvel pelo menos uma vez por semana, e elimine os possíveis criadouros. A campanha incentiva ainda o contato com vizinhos, parentes e colegas de trabalho para que todos façam o mesmo.

Orientações
Este será o primeiro verão – época de maior incidência da dengue – após a abertura da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Fernandópolis, que será a unidade de referência para os casos mais graves da doença. De acordo com a enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Aline Simensato Furlan, devem procurar o serviço de urgência os pacientes que apresentarem os sinais de alerta.
“Dor abdominal, vômito, tontura e sangramentos podem indicar um quadro mais grave, que requer atendimento imediato. Nesses casos o paciente deve procurar a UPA, que dispõe de toda a estrutura para o tratamento”, explica.
Outra orientação importante é para as gestantes. Como vírus Zika pode causar complicações na gravidez e, em alguns casos, microcefalia nos bebês, a Secretaria de Saúde recomenda que as pacientes devem procurar uma unidade de saúde imediatamente em caso de exantema (vermelhidão na pele).