ACUSADOS EM 7 R
Assaltantes continuam presos em Riolândia
Assaltantes continuam presos em Riolândia
Novos reconhecimentos serão realizados; IG mantém investigações sobre 10 roubos à mão armada: além de duas lotéricas, em cidades vizinhas, dois suspeitos são acusados de cometerem ao menos ci
Novos reconhecimentos serão realizados; IG mantém investigações sobre 10 roubos à mão armada: além de duas lotéricas, em cidades vizinhas, dois suspeitos são acusados de cometerem ao menos ci

M.D.S. e M.H.S.C. após serem presos em Fernandópolis
Da Redação
M.D.S., 19 anos, e M.H.S.C., de 25, foram presos quando chegavam ao Bairro São Francisco, onde residem, em Fernandópolis, após assaltarem uma lotérica em Meridiano no último dia 05. Antes daquele assalto, já haviam efetuado outro roubo à mão armada, também numa casa lotérica, na cidade de Macedônia. Segundo informações da Polícia Civil, a dupla praticou esses crimes em cidades vizinhas pois estavam sendo investigados por diversos roubos, ao menos oito, em Fernandópolis, deixando inúmeras pistas. Nas últimas semanas, vítimas de cinco assaltos em estabelecimentos locais já reconheceram M.D.S. e M.H.S.C. na sede da DIG (Delegacia de Investigações Gerais). Novos reconhecimentos serão agendados pelas autoridades policiais assim que laudos técnico-periciais, a cargo da Polícia Científica, forem concluídos.

Não está descartada a participação de comparsas dos rapazes presos na autoria de roubos à mão armada e tentativas de roubo na cidade e região, no entanto, até o momento, somente os dois foram reconhecidos pelas vítimas no transcorrer das investigações realizadas pela DIG
NA CIDADE
Em um dos roubos em Fernandópolis, a dupla acusada teria mantido uma garotinha de apenas quatro anos sob a mira de uma garrucha, arma que sempre utilizaram para cometer os crimes. Da residência, localizada no Parque Universitário, levaram um veículo Gol e eletroeletrônicos. Dois mercados também foram alvo da dupla: do Trevo, próximo ao Ubirajara, e também o Santa Cecília, na Cohab Antonio Brandini. Em uma das ações com maior número de vítimas, numa chácara nas proximidades do Bairro Uirapuru, onde 15 pessoas participavam de uma festa, os acusados roubaram dinheiro e aparelhos celulares, entre eles um iPhone. Nem mesmo um casal que caminhava próximo ao Corpo de Bombeiros escapou: homem e mulher foram ameaçados com a arma, sempre a mesma garrucha, de cor prata, e ficaram sem seus celulares. Os demais roubos, incluindo um no interior de uma farmácia, continuam sob investigação.
INDICIAMENTO
Além dos reconhecimentos de vítimas, já efetuados, a DIG também trabalha com elementos suficientes para indiciar a dupla. Roupas (camisetas, blusas e bermudas), capacetes e uma moto foram utilizados pelos dois assaltantes em mais de um dos crimes. Imagens de circuitos internos de segurança e câmeras de monitoramento seguem sendo analisadas. Após a prisão dos dois suspeitos, a Polícia Civil não teria registrado nenhum outro roubo na cidade.