LATROCÍNIO EM

3º acusado se entrega e Polícia Civil 'encerra o caso'

3º acusado se entrega e Polícia Civil 'encerra o caso'

Comerciante Célio Buzato Júnior foi morto ao ter seu estabelecimento invadido por criminosos no final do expediente da última segunda-feira

Comerciante Célio Buzato Júnior foi morto ao ter seu estabelecimento invadido por criminosos no final do expediente da última segunda-feira

Publicada há 9 anos

Por Breno Guarnieri 


G.H.A, 20 anos, vulgo “Gracinha”, se entregou no início da noite de ontem (03) à Polícia Civil de Fernandópolis. Com isso, as circunstâncias da morte do comerciante Célio Buzato Júnior, de 52 anos, baleado durante tentativa de assalto à padaria Popular, na última segunda-feira (30), já estão esclarecidas. O crime, que teve grande repercussão no município, é tratado como latrocínio consumado (tentativa de roubo seguida de morte). Ao todo, três pessoas foram responsabilizadas pela sequência dos fatos. 


As investigações conduzidas pelo delegado da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), Dr. Ailton Canato, levaram, primeiramente, a um adolescente de 17 anos, apreendido na terça-feira, e posteriormente a L.H.B.A., também com 20 anos, vulgo “Gordim”, preso na quarta-feira, e ao rapaz que se entregou ontem e que já estava devidamente identificado. Todos estão detidos e contra eles há provas contundentes. 


De acordo com a Polícia Civil, “Gordim” foi o responsável por efetuar o disparo que matou Célio durante a ação criminosa. G.H.A. entrou na padaria com “Gordim” e procurava por dinheiro até Célio ser baleado. O adolescente, por sua vez, estava do lado de fora da padaria, ao volante de um Voyage branco, preparado para fuga. Em depoimento, os três teriam confessado a participação no crime. O revólver utilizado por L.H. foi apreendido pelas autoridades. 


À DISPOSIÇÃO DA JUSTIÇA 

Segundo apurou a Reportagem de “O Extra.net”, L.H. e G.H. tiveram prisão temporária (de 30 dias e prorrogável por mais 30) decretada e estão presos na Cadeia Pública de Guarani d’Oeste à disposição Justiça, que deverá, em breve, expedir suas prisões preventivas. A pena de ambos, indiciados por latrocínio qualificado, pode ser de 20 a 30 anos de reclusão, em caso de condenação. Já o adolescente está apreendido na Casa de Reeducação de Presidente Bernardes/SP, enquadrado por ato infracional. 


O CRIME

Conforme as declarações de L.H., no momento da invasão à padaria Popular, Célio não acreditou que ele (L.H.) estava armado com um revólver e “esboçou uma reação”, ocasião em que foi atingido por um tiro no peito. O comerciante caiu no chão e morreu na hora. O carro, que o adolescente conduzia para efetuar a fuga, foi apreendido após ser encontrado no Bairro Rosa Amarela, em Fernandópolis. O veículo, com placas de Bauru, estava com a documentação vencida. Toda a ação criminosa, que durou menos de um minuto, foi flagrada por uma câmera de segurança.


As investigações foram conduzidas pelo delegado da DIG, Dr. Ailton Canato 



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