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Família foi executada com 24 tiros; 7 no pai, 13 na mãe e 4 na filha

Família foi executada com 24 tiros; 7 no pai, 13 na mãe e 4 na filha

Disparos de pistola 9mm

Disparos de pistola 9mm

Publicada há 2 meses

Delegados da PC-SP durante entrevista coletiva. Foto: Votuporanga Fatos

Da Redação

Em entrevista coletiva ocorrida na manhã desta sexta-feira, 19/01/2024, representantes da Polícia Civil envolvidos nas apurações do assassinato da família de Olímpia esclareceram alguns assuntos relacionados ao triplo homicídio.

Estavam presentes o Delegado Seccional de Votuporanga, Márcio Nobuyoshi Nosse, o diretor do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior 5, Deinter de São José do Rio Preto, José Luiz Ramos Cavalcanti e o atual delegado responsável pela DIG de Votuporanga, Tiago Madlum Araújo. 

O acusado

Ele foi identificado como João Pedro Teruel, de 23 anos, e foi preso temporariamente nesta última quinta-feira, 18, por policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Votuporanga, em parceria com policiais de Valentim Gentil, cidade onde ele foi localizado. Ele continua negando a autoria das mortes mas há várias evidências que apontam para ele. Teruel será ouvido em audiência de custódia e deve ser transferido de Votuporanga para a Cadeia Pública de Catanduva. O acusado estava na casa da namorada e foi preso em um estabelecimento comercial.

Outros autores

A DIG de Votuporanga e outras unidades policiais da região continuam as investigações em busca mais provas e não descartam a participação de outros envolvidos. Há informações de que a Polícia já tem suspeitos.

24 tiros

A dinâmica do triplo homicídio aponta para que o pais, Anderson, de 35 anos, foi executado, com 7 tiros. Depois a mulher dele, Mirele, de 32 anos, foi alvejada com 13 tiros e por fim a filha Isabelly, de 15 anos, com mais 4 tiros. Todos os disparos partiram de pistola 9mm. A perícia irá apontar se de uma única arma ou de várias.

Pai primeiro

O pai, Anderson Marinho, foi alvejado primeiro e estava fora do veículo. A mãe e a filha não teriam sido vistas pelo(s) criminoso(s). Elas estavam dentro do VW/Gol, protegidas por uma película escura. Somente após os primeiros disparos foram encontradas e, depois mortas. Primeiro foi a mãe Mirele Tofoleti e, após, a filha Isabelly. 

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