TERREMOTO?

Observatório registra mais 4 tremores de terra em Frutal

Observatório registra mais 4 tremores de terra em Frutal

O maior tremor, de magnitude 2.6 m

O maior tremor, de magnitude 2.6 m

Publicada há 2 semanas

Fonte: Observatório Sismológico UnB

Da Redação

Frutal registrou quatro tremores de terra de baixas magnitudes entre a noite de quarta (27/03/2024) e a manhã de quinta-feira (28). Os sismos foram registrados pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisados pelo Observatório Sismológico da UnB.

Os tremores tiveram início na noite do dia 27 de março - quando foi registrado o maior tremor, de magnitude 2.6 mR - e ocorreram até a manhã de quinta-feira (28). Confira abaixo:

- 27/03 - 23:09 - Magnitude: 2.6

- 27/03 - 23:16 - Magnitude: 2.3

- 28/03 - 05:12 - Magnitude: 2.2

- 28/03 - 07:35 - Magnitude: 2.5

Em 25 de fevereiro, às 20h44, a Rede Sismográfica Brasileira já havia registrado um tremor de terra magnitude 2.1 mR em Frutal. Três outros, todos de baixa magnitude, foram registrados no mesmo mês, sendo um no dia 23 de fevereiro, com magnitude 2.6 mR

Tremores de baixa magnitude são relativamente comuns no Brasil. Em geral, esses sismos são causados por pressões geológicas movimentando pequenas fraturas na crosta terrestre.

REGIÃO DO DOURADINHO

Os tremores de terra têm sido percebidos apenas por moradores residentes em um determinado ponto na região do Douradinho. Desde o ano passado, eles relatam estarem ocorrendo sismos, que estão aumentando sua frequência a cada mês. Um deles, inclusive, foi registrado pela Rede Sismográfica Brasileira no dia 14 de dezembro de 2023 e teve magnitude 2.3.

Sobre a RSBR

A Rede Sismográfica Brasileira (RSBR), coordenada pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), é a organização pública responsável por monitorar a sismicidade do território nacional, através de suas quase 100 estações sismográficas espalhadas pelo país, fornecendo dados essenciais para a compreensão da atividade sísmica e da estrutura interna da Terra.

As estações são operadas pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP), Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (Obsis/UnB), Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis/UFRN) e Observatório Nacional (ON).

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