SAÚDE

Santa Casa de Fernandópolis inaugura Sala Lilás para atendimento a mulheres vítimas de violência

Santa Casa de Fernandópolis inaugura Sala Lilás para atendimento a mulheres vítimas de violência

Instituição passa a integrar oficialmente a rede estadual do Protocolo Não Se Cale

Instituição passa a integrar oficialmente a rede estadual do Protocolo Não Se Cale

Publicada há 2 horas

Fotos: Divulgação / Fonte: SCF

Da Redação

A Santa Casa de Fernandópolis inaugurou um novo espaço dedicado ao acolhimento humanizado de mulheres vítimas de violência: a Sala Lilás. O ambiente foi estruturado para oferecer o primeiro atendimento especializado, com segurança, privacidade e suporte imediato às pacientes.

Integração ao Protocolo Não Se Cale

Com a abertura da Sala Lilás, a instituição passa a integrar oficialmente a rede estadual de enfrentamento à violência contra a mulher, por meio do credenciamento ao Protocolo Não Se Cale, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo que padroniza e fortalece o atendimento às vítimas.

Autoridades presentes

A cerimônia de inauguração contou com a presença de autoridades e representantes do setor público, entre elas a secretária Valéria Bolsonaro, titular da Secretaria de Políticas para a Mulher do Governo do Estado de São Paulo.

Compromisso com a proteção e o acolhimento

Segundo a Santa Casa, o novo espaço reforça o compromisso da instituição em atuar de forma ativa no combate à violência, oferecendo suporte imediato, qualificado e respeitoso, alinhado às diretrizes estaduais de proteção às mulheres.

O que é o Protocolo “Não Se Cale”

• Política pública estadual voltada ao enfrentamento da violência contra a mulher em São Paulo.

Criado pelo Governo do Estado, o protocolo estabelece regras de acolhimento imediato a mulheres vítimas de assédio, importunação ou violência em locais de grande circulação.

Como funciona

Capacitação obrigatória de funcionários de bares, restaurantes, casas noturnas, eventos, academias e clínicas.

Profissionais são treinados para identificar situações de risco, oferecer acolhimento seguro, permitir a saída protegida da vítima e acionar a rede de apoio quando necessário.

Os estabelecimentos participantes devem exibir sinalização visível e seguir padrões de atendimento previstos pelo Estado.

A fiscalização é feita pelo Procon-SP, com possibilidade de multa ou interdição em caso de descumprimento.

Números do programa

Mais de 105 mil inscritos no protocolo.

Cerca de 60 mil profissionais já capacitados em todo o Estado.

Mais de 1,3 mil estabelecimentos orientados pelas equipes de fiscalização.

Por que é importante

O protocolo fortalece a rede de proteção às mulheres, oferecendo atendimento rápido e humanizado em situações de risco.

A inauguração da Sala Lilás na Santa Casa de Fernandópolis integra o município a essa rede, garantindo que vítimas de violência recebam acolhimento adequado também no ambiente de saúde.

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